setembro 21, 2026
Aquário: a jarra do Aguadeiro, a Nebulosa da Hélice e a constelação onde Netuno foi achado

Aquário é uma das maiores constelações do zodíaco e, ao mesmo tempo, uma das mais discretas: não tem nenhuma estrela realmente brilhante, e a imagem de um jovem derramando água de uma jarra exige boa vontade e um mapa. Em compensação, guarda tesouros de primeira linha para quem observa do Brasil: a Nebulosa da Hélice, a planetária mais próxima da Terra, a Nebulosa Saturno, os globulares M 2 e M 72 e uma duplinha famosa, a Zeta Aquarii. Foi também na direção de Aquário que os astrônomos de Berlim apontaram o telescópio, em 1846, e encontraram Netuno. Neste guia você vai aprender a achar a jarra, conhecer as estrelas, visitar cada objeto e entender por que o Sol só está dentro dos limites da constelação entre fevereiro e março.
Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.
Uma constelação grande e discreta
Aquário ocupa cerca de 980 graus quadrados do céu, entre as ascensões retas de 20h36 e 23h54 e as declinações de +3° a -25° (Mourão, verbete Aquarius). Ridpath a coloca em décimo lugar em tamanho entre as 88 constelações (Ridpath). O equador celeste corta a parte de cima, mas quase toda a figura está no hemisfério sul do céu (Moore), o que a deixa alta e confortável para quem mora no Brasil.
Ela é uma das constelações originais de Ptolomeu (Moore), e o que a torna reconhecível não é um desenho marcante, mas dois fatos práticos. O primeiro é o triângulo comprido que Alfa e Beta de Aquário, de terceira magnitude, formam com a brilhante Fomalhaut, no Peixe Austral (Mourão). O segundo é a "jarra", um pequeno asterismo em forma de Y, formado por Gama, Zeta, Eta e Pi de Aquário (Ridpath; Moore, que a chama de Water-Jar).
Quando e onde procurar
O centro da constelação está em torno de 22h de ascensão reta. Isso significa que ela culmina, isto é, passa pelo ponto mais alto no céu, às 21h locais no fim de outubro; setembro a novembro são os melhores meses. Em fevereiro e março o Sol está dentro dela, e por isso ela some no brilho do dia.
Como a maior parte de Aquário fica ao norte da latitude do Rio de Janeiro, a constelação culmina ao norte do zênite: olhe para o norte. A tabela abaixo mostra a altura máxima (no meridiano) de Sadalmelik e Sadalsuud, que dão a faixa da parte norte da figura, e da Nebulosa da Hélice, a parte mais ao sul.
| Cidade | Sadalmelik a Sadalsuud | Nebulosa da Hélice |
|---|---|---|
| Boa Vista (RR) | 82° a 87° | 66° |
| Manaus (AM) | 87° a 88° | 72° |
| Recife (PE) | 82° a 88° | 77° |
| Brasília (DF) | 75° a 80° | 85° |
| Rio de Janeiro (RJ) | 67° a 73° | 88° |
| Porto Alegre (RS) | 60° a 66° | 81° |
| Chuí (RS) | 57° a 62° | 77° |
Alturas calculadas a partir das declinações das estrelas no SIMBAD e da latitude de cada cidade, sem considerar refração; valores arredondados.
Repare no detalhe do Rio de Janeiro: a Hélice passa a cerca de 2° do zênite.
Passo a passo para achar a jarra
- Procure Fomalhaut, no Peixe Austral, muito alta no céu (no Rio, passa a cerca de 7° do zênite, do lado sul). Ela é a única estrela brilhante naquela região, isolada (Vieira; Ridpath).
- Do zênite, vire-se para o norte e procure duas estrelas amareladas de brilho parecido: Sadalsuud (Beta) e Sadalmelik (Alfa). Elas formam com Fomalhaut o triângulo alongado descrito por Mourão. Outro caminho: as duas estrelas ocidentais do Quadrado de Pégaso apontam para o sul, atravessam Peixes e Aquário e chegam a Fomalhaut (Moore, noite de 29 de setembro).
- A partir de Sadalmelik, procure a jarra do lado leste (na carta, à direita), com Gama, Zeta, Eta e Pi.
- Quase no meio do caminho entre Fomalhaut e Iota de Aquário fica a Hélice (Moore).

As estrelas do Aguadeiro
Sadalmelik, a Alfa, vem de Al Sa'd al Malik, "o afortunado do rei" (Moore, noite de 23 de setembro).
| Estrela | Brilho visual (mag.) | Tipo espectral | Distância aproximada |
|---|---|---|---|
| Sadalsuud (beta) | 2,89 | G0 Ib (supergigante amarela) | cerca de 550 anos-luz |
| Sadalmelik (alfa) | 2,94 | G2 Ib (supergigante amarela) | cerca de 660 anos-luz |
| Skat (delta) | 3,28 | A3 V | cerca de 140 anos-luz |
| Albali (épsilon) | 3,77 | B9,5 V | cerca de 245 anos-luz |
| Sadachbia (gama) | 3,83 | A0 V | cerca de 125 anos-luz |
| Lambda | 3,79 | M2,5 III (gigante vermelha) | cerca de 365 anos-luz |
| Zeta (dupla) | 4,3 e 4,5 (as duas componentes) | F2 | cerca de 95 anos-luz |
| Pi | 4,64 | B1 III-IVe (estrela Be) | cerca de 1.100 anos-luz |
Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo); distâncias calculadas a partir de paralaxes do satélite Hipparcos, por isso "cerca de". Livros mais antigos trazem valores bem diferentes: Moore lista 945 anos-luz para Sadalmelik e 980 para Sadalsuud, enquanto Mourão e Vieira falam em mais de 1.100.
Sadalsuud e Sadalmelik são as duas mais brilhantes e também as mais interessantes. São supergigantes amarelas, estrelas muito maiores e mais luminosas que o Sol, que já passaram da fase principal da vida. Moore lista luminosidades de mais de 5.000 vezes a do Sol; Mourão, de 6.000 a 12.000 (Moore, p. 259; Mourão, p. 699). Com as distâncias menores do Hipparcos, esses números caem, mas o resultado continua na casa dos milhares de vezes o brilho solar, o que ainda faz delas supergigantes de respeito.
Sadachbia (Gama) é uma estrela branco-azulada, binária espectroscópica de período de 58 dias, com uma companheira fraca a 49 segundos de arco que não tem relação física com ela (Mourão, verbete Sadalachbia). Skat (Delta) marca o ponto perto do qual fica o radiante de uma chuva de meteoros de julho e agosto (Mourão). Lambda é a única estrela de cor vermelha entre as principais. Pi é uma estrela de tipo Be, quente e distante.
Zeta Aquarii merece atenção à parte. Em telescópio pequeno, mostra duas estrelas quase iguais (4,3 e 4,5) separadas por cerca de 2 segundos de arco; as duas são subgigantes do tipo F, com período orbital de 856 anos. Herschel mediu mais de 4 segundos de arco em 1781, e a separação diminui devagar, porque vemos o par de um ângulo cada vez menos favorável. Está a apenas 1 minuto de arco do equador celeste, por isso é vista de forma igual dos dois hemisférios (Moore, noite de 24 de setembro). Ridpath a cita como teste para telescópio de 60 mm.
Objetos de céu profundo
NGC 7293, a Nebulosa da Hélice (Caldwell 63)
A Hélice é uma nebulosa planetária, o envoltório de gás expelido por uma estrela parecida com o Sol nos seus últimos milhares de anos. É a mais próxima e uma das mais brilhantes do céu, mas seu brilho é espalhado numa área grande: o diâmetro aparente é de cerca de 12 a 16 minutos de arco, aproximadamente metade da Lua cheia (Moore; Mobberley). A magnitude total, entre 6 e 7,5 conforme o autor, promete mais do que entrega, porque o brilho superficial é baixo (Coe, p. 44-45). Coe registra que sem binóculo não dá para vê-la.
A distância citada pelos livros varia de 400 a 520 anos-luz; a paralaxe do SIMBAD aponta para cerca de 650, valor que vem do Hipparcos e dos estudos mais recentes. A estrela central tem magnitude 13,5, é uma anã branca muito quente (Kambič cita mais de 100.000 K) e a idade do envoltório é estimada em cerca de 10.000 anos (Mobberley). Imagens do Telescópio Espacial Hubble mostram estruturas em forma de girinos ejetadas pela estrela moribunda (Moore, p. 262).
Como observar. Use campo largo e pouco aumento: binóculo 7x a 15x com lente frontal grande, ou telescópio a cerca de 60x. Filtros O III ou UHC ajudam muito; sem filtro, procure a rosquinha em céu escuro (Mobberley, p. 134-135; Coe, p. 44-45). Para achá-la, parta de Fomalhaut, cerca de 9° ao norte e 6,5° a oeste, ou de Upsilon Aquarii, cerca de 1° ao lado (Mobberley). Em céu bem escuro, alguns observadores a veem até a olho nu (Bakich, objeto nº 707). Veja o guia completo da Nebulosa da Hélice.
NGC 7009, a Nebulosa Saturno (Caldwell 55)
Uma planetária pequena e brilhante, azul-esverdeada, a cerca de 6° ao sul e 6,9° a oeste de Sadalsuud (Mobberley). O nome vem de Lord Rosse, que percebeu raios (as "ansae") saindo dos dois lados do disco e lembrando os anéis de Saturno; a descoberta é de William Herschel (Mourão, verbete Saturno; Moore, noite de 28 de setembro). A magnitude total é de cerca de 8, e a estrela central, de magnitude 12, é uma anã azul (Mourão).
Em pequenos aumentos parece uma estrela; a partir de 50x mostra um disco esverdeado, e as "asas" só aparecem em telescópios grandes, de 25 a 50 cm (Mobberley, p. 120-121). Os livros divergem muito na distância (de 1.400 a 3.900 anos-luz); o SIMBAD indica algo em torno de 4.000. Use filtro O III ou UHC. Guia: Nebulosa Saturno.
M 2, o aglomerado globular
M 2 é um dos globulares mais ricos e compactos do céu, com cerca de 150.000 estrelas (Kambič) e magnitude entre 6,2 e 6,6. Descoberto por Maraldi em 1746, durante uma caçada de cometas, fica cerca de 5° ao norte de Sadalsuud, formando um triângulo com esta estrela e Sadalmelik (Moore, noite de 27 de setembro; Allison; Bakich, objeto nº 672). Em binóculo aparece como uma bolinha difusa; a partir de 8 polegadas resolve as estrelas da borda (Allison, p. 185-186). A distância varia de 37.000 a 55.000 anos-luz conforme a fonte. Guia: M 2.
M 72 e M 73, um par desigual
M 72, achado por Pierre Méchain em 1780, é outro globular, bem mais fraco (magnitude por volta de 9), a cerca de 3° a sudeste de Épsilon Aquarii, a 55.000 a 62.000 anos-luz (Moore; Allison, p. 181). Ao lado dele fica M 73, que decepciona: são só quatro estrelas, um asterismo e não um aglomerado, e Moore lembra que ele está no catálogo "por respeito à memória de Messier". O Data Book o lista como "não é um aglomerado" (Moore e Rees, p. 342). Guias: M 72 e M 73.
Mitologia e história
Para os gregos, Aquário é Ganimedes, o belo jovem pastor levado ao Olimpo pela águia de Zeus para ser o copeiro dos deuses (Ridpath; Moore). Mourão registra que ele também foi assimilado a Hebe, que servia néctar aos deuses, e, em outra tradição grega, a Deucalião, filho de Prometeu. O poeta romano Manílio descreveu a figura derramando a água sem parar, formando o rio que corre de seus pés (Moore).
Antes dos gregos, os monumentos da Babilônia já mostravam um homem entornando a água de um vaso sobre um pequeno peixe, o Peixe Austral. Ridpath conta a mesma cena: a água de Aquário escorre até a boca do peixe, que é a estrela Fomalhaut, "a boca do peixe" em árabe (Ridpath). Mourão registra que, para os egípcios, as estrelas Alfa e Ômicron de Aquário anunciavam a época da semeadura, após as cheias do Nilo. Ele conta ainda que Fomalhaut era uma das quatro estrelas reais dos persas.
A noite em que Netuno foi achado. Em 23 de setembro de 1846, Johann Galle e Heinrich d'Arrest usaram o refrator de 23 cm de Berlim e, na primeira noite de busca, encontraram uma estrela de oitava magnitude que não estava no mapa, na posição de ascensão reta 22h53m. Era Netuno, previsto por cálculo por Le Verrier, com erro de apenas 55 minutos de arco (Moore e Rees, p. 235-236). Vieira registra que a descoberta aconteceu em Aquário.
O zodíaco e o Sol em Aquário
A eclíptica é o caminho que o Sol percorre no céu ao longo do ano, visto da Terra, e a faixa de 8° de cada lado dela é o zodíaco, nome grego que significa "caminho dos animais", embora nem toda constelação da faixa seja animal, e Aquário seja um homem (Mourão, verbete zodíaco, p. 885). Na carta acima, a linha tracejada dourada atravessa o canto noroeste da constelação, perto de Sadalsuud.
O Sol está dentro dos limites oficiais de Aquário, definidos pela União Astronômica Internacional, por volta de 17 de fevereiro a 12 de março, cerca de 24 dias (datas aproximadas). Note que o "signo" de Aquário, no calendário astrológico, é outro: Mourão o associa a quem nasce entre 20 de janeiro e 18 de fevereiro (Mourão, verbete Aquarius, p. 50). Não são a mesma coisa. O signo é uma das 12 seções iguais de 30° do zodíaco, definidas na Antiguidade, quando cada signo coincidia com a constelação de mesmo nome. Desde então, a precessão dos equinócios fez as constelações recuarem cerca de 30° em relação aos signos: na definição de Mourão, a constelação de Áries está hoje no signo de Touro (Mourão, verbete signo, p. 736). Além disso, as constelações têm tamanhos diferentes e limites definidos pela IAU, então o Sol passa pouco tempo em umas e muito em outras. Aqui tratamos os signos como parte da cultura e da história, sem previsão nenhuma.
A mesma precessão dá origem à famosa "era de Aquário". Mourão explica que o ponto onde o Sol está no início da primavera do hemisfério norte muda de constelação a cada cerca de 2.200 anos; estaríamos na era de Peixes, e entraríamos na de Aquário por volta do ano 2300 (Mourão, p. 50). Vieira, por sua vez, coloca o ponto vernal em Peixes de 60 a.C. até 2100 d.C. (Vieira, p. 52-53). As datas diferem porque os limites são convenções: não há uma definição astronômica formal para uma "era".
Meteoros: Eta e Delta Aquáridas
Aquário dá nome a duas chuvas de meteoros. As Eta Aquáridas são atribuídas aos detritos do cometa Halley e ocorrem entre 24 de abril e 20 de maio, com máximo largo em 4 e 5 de maio e taxa horária de até 50 meteoros nas latitudes sul; são rápidas (67 km/s), amareladas e deixam rastros persistentes (Philip's, verbete Eta Aquarids, p. 135; Moore, noite de 5 de maio, p. 135). Mourão dá uma versão mais modesta, de 1 a 8 de maio e 20 meteoros por hora (Mourão, p. 288). Elas são favorecidas no Brasil, porque o radiante fica mais alto no céu do sul; o radiante nasce só algumas horas antes do amanhecer, então acorde cedo.
As Delta Aquáridas vêm de 15 de julho a 15 de agosto, com máximo em 27 e 28 de julho; o radiante fica perto de Delta Aquarii (Skat) e a taxa é de 20 (ramo norte) e 10 (ramo sul) meteoros por hora (Mourão, p. 227).
Roteiro de observação
| Instrumento | O que ver |
|---|---|
| A olho nu | O triângulo Fomalhaut, Alfa e Beta de Aquário; a jarra; a cor levemente amarelada de Sadalsuud e Sadalmelik; M 2 em céu muito escuro. |
| Binóculo (10×50) | M 2 como bolinha difusa, a Hélice em céu escuro (só como mancha leve), o grupo M 73 e o campo de estrelas alaranjadas em torno de Psi 1 (Moore). |
| Telescópio pequeno (70 a 100 mm) | Zeta Aquarii dividida em duas estrelas quase iguais; M 2 com borda granulada; a Nebulosa Saturno como estrela esverdeada com aumentos altos. |
| Telescópio maior (150 mm ou mais) com filtro O III/UHC | A rosquinha da Hélice, o disco oval da Nebulosa Saturno e, com muita abertura, as "asas"; resolução parcial de M 2 e M 72. |
| Câmera DSLR | A Hélice e a Nebulosa Saturno em fotos de longa exposição; chuvas de meteoros com grande angular. |
Dicas de campo:
- Escolha uma noite sem Lua e um céu com pouca poluição luminosa: as planetárias de baixo brilho superficial sofrem muito com a cidade.
- Observe as planetárias quando estiverem mais altas (perto do meridiano) e olhe para o norte. No Sudeste, a Hélice passa quase no zênite.
- Um filtro O III ou UHC é o melhor investimento para essas planetárias.
Referências
- ALLISON, Michael. Star Clusters and How to Observe Them. London: Springer, 2006. M 72, p. 181; M 2, p. 185-186.
- BAKICH, Michael E. 1,001 Celestial Wonders to See Before You Die. New York: Springer, 2010. Objetos nº 650 (M 72), 651 (M 73), 657 (NGC 7009), 672 (M 2) e 707 (NGC 7293).
- COE, Steven R. Nebulae and How to Observe Them. London: Springer, 2007. NGC 7009, p. 43-44; NGC 7293, p. 44-45.
- KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars. New York: Springer, 2010. Hélice, Saturno e M 2, p. 184-188.
- MOBBERLEY, Martin. The Caldwell Objects and How to Observe Them. New York: Springer, 2009. Caldwell 55 (NGC 7009), p. 120-121; Caldwell 63 (NGC 7293), p. 134-135.
- MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbete "Eta Aquarids", p. 135.
- MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 23 de setembro (Aquário, p. 258), 24 (Zeta Aquarii, p. 259), 27 (objetos Messier, p. 261), 28 (Saturno e Hélice, p. 262), 29 (Peixes e Pégaso, p. 262) e 5 de maio (Eta Aquáridas, p. 135).
- MOORE, Patrick; REES, Robin. Patrick Moore's Data Book of Astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. Descoberta de Netuno, p. 235-236; lista de objetos Messier, p. 342.
- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Aquarius" (p. 49-50), "Delta Aquáridas" (p. 227), "Eta Aquáridas" (p. 288), "Sadalachbia", "Sadalmelek" e "Sadalsud" (p. 699), "Saturno" (acepção 2, p. 712), "signo" (p. 736), "Skat" (p. 742) e "zodíaco" (p. 885).
- RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Aquário, p. 187; Peixe Austral, p. 206.
- VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. Aquário, Capricórnio e Peixe Austral, p. 100-101; precessão, p. 52-53.
- SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais e paralaxes, em 21 set. 2026.
- HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.