setembro 21, 2026
Touro, a constelação de Aldebaran, das Híades e das Plêiades

Poucas constelações reúnem tanta coisa boa numa área tão pequena. No Touro estão uma das estrelas mais brilhantes do céu, um aglomerado em forma de V visível a olho nu, o grupo de estrelas mais contado da história e os restos de uma explosão registrada na China em 1054. Some a isso um mito de sequestro, duas chuvas de meteoros e o Sol atravessando a constelação de meados de maio a meados de junho.
Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.
O Touro no céu do Brasil
O Touro é a segunda constelação zodiacal (contando a partir do Carneiro) e ocupa cerca de 797 graus quadrados, entre as ascensões retas de 3h20 e 5h58 e as declinações de 0° a cerca de +31° (Mourão, verbete Taurus). Segundo Ridpath, é visível de 88° N a 58° S, o que cobre o Brasil inteiro.
Como fica ao norte do equador celeste, o Touro culmina ao norte do zênite: olhe para o norte. No Rio de Janeiro, Aldebaran chega a cerca de 51° de altura, as Plêiades a 43° e Elnath a uns 38° (valores calculados para este artigo).
| Cidade | Aldebaran | Plêiades | Elnath |
|---|---|---|---|
| Boa Vista (RR) | 76° | 69° | 64° |
| Manaus (AM) | 70° | 63° | 58° |
| Brasília (DF) | 58° | 50° | 46° |
| Rio de Janeiro (RJ) | 51° | 43° | 38° |
| Porto Alegre (RS) | 43° | 36° | 31° |
Alturas máximas calculadas a partir das coordenadas das estrelas no SIMBAD e da latitude de cada cidade (90° menos a diferença entre a latitude e a declinação); valores arredondados.
Quando procurar. O Touro culmina às 21 h locais por volta do fim de janeiro (centro da constelação em RA 4h36). De dezembro a fevereiro ele está bem alto ao anoitecer, e as Plêiades já aparecem no leste em novembro.
Como achar o Touro
O caminho mais confiável passa por Órion. As Três Marias formam uma linha reta; prolongue-a para o lado oposto ao de Sirius, isto é, para o lado esquerdo e para baixo quando você olha para o norte, e o primeiro brilho alaranjado que encontrar será Aldebaran, olho do Touro (Moore, The Observer's Year, noite de 10 de dezembro; Vieira). Um pouco mais adiante na mesma direção, você chega às Plêiades.
- Ache as Três Marias e siga a linha delas para a esquerda e para baixo.
- Encontre Aldebaran, uma estrela laranja e brilhante, com um V de estrelas mais fracas logo atrás: são as Híades, o focinho do touro.
- Continue até um pequeno "cacho" de estrelas azuis: são as Plêiades, que lembram uma pequena concha.
- Ache os chifres. De Aldebaran, duas linhas se abrem para a direita (o leste) em direção a Elnath (o chifre do norte) e Tianguan (o outro chifre).

As estrelas do Touro
| Estrela | Posição na figura | Brilho visual (mag.) | Tipo espectral | Distância aproximada |
|---|---|---|---|---|
| Aldebaran (alfa) | olho | 0,86 (levemente variável) | K5 III (gigante laranja) | cerca de 67 anos-luz |
| Elnath (beta) | ponta do chifre norte | 1,65 | B7 III (gigante azul-branca) | cerca de 134 anos-luz |
| Alcíone (eta) | centro das Plêiades | 2,87 | B7 III | cerca de 400 anos-luz |
| Tianguan (zeta) | ponta do chifre sul | 3,03 | B1 IVe (estrela com envelope de gás) | cerca de 445 anos-luz |
| Ain (épsilon) | olho direito do V, nas Híades | 3,53 | G9,5 III | cerca de 146 anos-luz |
| Prima Hyadum (gama) | ponta do V, nas Híades | 3,65 | G9,5 III | cerca de 150 anos-luz |
| Lambda | perto do limite com Órion | 3,4 (variável, 3,3 a 3,8) | B4 IV (binária eclipsante) | cerca de 405 anos-luz |
Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo), que traz medidas do satélite Hipparcos. As distâncias saem de 3.261,56 dividido pela paralaxe em milissegundos de arco e têm incerteza; livros mais antigos trazem valores diferentes (por exemplo, 490 anos-luz para Zeta e 330 para Lambda em Moore, 2005).
Aldebaran: a estrela que não é das Híades
O nome vem do árabe e significa "a seguidora", porque a estrela parece seguir as Plêiades no movimento diurno (Vieira, p. 68; Mourão, verbete Aldebaran, p. 18). É uma gigante laranja com cerca de 40 vezes o diâmetro do Sol (as fontes dão de 36 a 40) e de 90 a 150 vezes a luminosidade dele (Mobberley, p. 94; Moore, noite de 10 de dezembro, p. 335), com uma leve variação de brilho, de cerca de 0,2 magnitude (Kambič, p. 455).
O fato mais curioso: apesar de parecer o ponto mais brilhante das Híades, Aldebaran não faz parte do aglomerado. Está a cerca de 65 anos-luz, menos da metade da distância dele (Ridpath, p. 173; Moore e Rees, p. 346). É uma coincidência de perspectiva, e Moore lembra que o brilho dela até atrapalha a observação do aglomerado (noite de 11 de dezembro, p. 336).
Aldebaran também tem uma história científica. Segundo Kambič (p. 455-456), uma ocultação da estrela pela Lua vista em Atenas em 509 d.C. levou Edmond Halley a perceber que ela precisaria ter mudado de posição para o relato fazer sentido. Ao comparar Aldebaran, Sirius e Arcturus com registros antigos, ele descobriu o movimento próprio das estrelas. Hoje se estima que Aldebaran tenha se deslocado cerca de 7 minutos de arco em 2.000 anos.
Elnath, o chifre
Elnath tem magnitude 1,65 e seu nome árabe é traduzido como "aquele que dá chifradas" (Philip's Astronomy Encyclopedia, verbete Alnath, p. 10). Ela já foi contada como gama do Cocheiro, até passar ao Touro (Vieira, p. 70; Moore, noite de 10 de dezembro, p. 336).
Lambda, a estrela que "pisca"
Lambda é a binária eclipsante do tipo Algol mais brilhante depois da própria Algol: a cada 3,95 dias ela cai de magnitude 3,3 para 3,8 e se recupera (Moore, noite de 15 de dezembro, p. 338-339). A queda é pequena, mas dá para notá-la comparando com gama (3,6), csi (3,7), ni (3,9) e mi (4,3), estrelas que Moore sugere como comparação. Fica em declinação +12,5°, num ponto confortável para nós.
As Híades: o V de água
As Híades formam o V que representa o rosto do touro, com Aldebaran como olho (Vieira, p. 22-23). É o aglomerado aberto mais próximo do Sol, a cerca de 150 anos-luz (Moore e Rees, p. 346), e cobre cerca de 6°, dez vezes a largura da Lua cheia (Ridpath, p. 173). Mais de uma dúzia de membros são vistos a olho nu; Kambič (p. 456-457) fala em cerca de 28, mais de 160 estrelas em binóculo até a magnitude 9 e mais de 400 com limite 11.
O catálogo do site o trata como Mel 25 — Híades (também Caldwell 41), de magnitude 0,5 e cerca de 5° (Mobberley, p. 94-95). As idades citadas vão de 600 a 800 milhões de anos. Há cor no conjunto: épsilon (3,5) e gama (3,6) são laranja, e a estrela teta é uma dupla a olho nu, com um astro branco de magnitude 3,4 e outro alaranjado de 3,8, contraste que o binóculo mostra muito bem (Moore, noite de 11 de dezembro, p. 336). O binóculo é o melhor instrumento aqui, porque o aglomerado é grande demais para o campo de um telescópio. Guia do objeto: Mel 25, as Híades.
Perto das Híades: a cerca de 3° a nordeste de Aldebaran fica NGC 1647 — aglomerado aberto, de magnitude por volta de 6, ótimo para ver logo depois de se aproximar do V (Mobberley, p. 94; Tonkin, p. 150). Guia do objeto: NGC 1647.
As Plêiades: quantas você consegue contar?
M 45 — Plêiades é o aglomerado mais famoso do céu. Ridpath (p. 173) diz que ele cobre uma área três vezes maior que a Lua cheia. A distância varia conforme o estudo: cerca de 440 anos-luz em Moore e Rees (p. 343), 450 em Allison (p. 121-122) e 370 em Kambič (p. 457); o Data Book considera errado o valor menor do Hipparcos, e por isso não fixamos um número único.
A pergunta clássica é quantas estrelas você enxerga. Kambič (p. 459) diz que a média das pessoas vê seis ou sete. Maestlin viu 14 e desenhou 11 antes do telescópio; Eduard Heis chegou a 19, recorde citado por Moore (noite de 12 de dezembro, p. 337); e observadores eslovenos no Arizona contaram 23 em 2001, sob um céu excepcional (Kambič, p. 459).
Vieira (p. 22) traz um mapa com o nome de cada estrela, e Moore (p. 338) lista nove: Alcíone (2,9, a mais brilhante), Atlas, Electra, Maia, Mérope, Taígeta, Pleione, Celeno e Astérope. Numa foto de longa exposição aparece uma nebulosidade azulada, que não é o casulo onde as estrelas nasceram, e sim uma nuvem por onde o aglomerado passa por acaso (Moore e Rees, p. 343; Kambič, p. 457). Guia do objeto: M 45, as Plêiades.
A Nebulosa do Caranguejo (M 1)
Junto à ponta do chifre sul está M 1 — Nebulosa do Caranguejo, o primeiro objeto do catálogo de Messier e o resto de uma estrela que explodiu. Astrônomos chineses registraram, em 4 de julho de 1054, um astro tão brilhante quanto Vênus, visível em pleno dia (Philip's Astronomy Encyclopedia, p. 104; Moore, noite de 16 de dezembro, p. 338-339), que ficou à vista por mais de um ano.
O que sobrou é uma nebulosa de magnitude em torno de 8, com cerca de 6 por 4 minutos de arco (Kambič, p. 461; Kier, p. 25), a pouco mais de 1° a noroeste de Tianguan. John Bevis a achou em 1731 e Messier a incluiu em seu catálogo em 1758. O nome "Caranguejo" vem de lorde Rosse, em 1844 (Ridpath, p. 173; Kambič, p. 462; Moore diz 1846), pelos filamentos que lembravam patas de caranguejo no refletor de 72 polegadas.
Dentro dela há um pulsar, uma estrela de nêutrons que gira cerca de 30 vezes por segundo e emite do rádio aos raios gama (Philip's Astronomy Encyclopedia, p. 105; Kambič, p. 464-465). A distância é de 6.000 a 6.500 anos-luz conforme a fonte (Moore, p. 339; Philip's, p. 104), e as bordas se expandem a cerca de 0,2 segundo de arco por ano, algo como 960 km/s (Kambič, p. 463). O aviso honesto de Moore: visualmente ele decepciona quem espera muito, e só telescópio e fotografia revelam a complexidade; binóculos fortes mostram uma mancha tênue. Guia do objeto: M 1, a Nebulosa do Caranguejo.
Mitologia e história
O Touro é uma das constelações mais antigas. Mourão (p. 774) a considera talvez a primeira zodiacal delimitada pelos babilônios, que a usavam para marcar o início do ano, porque o equinócio de primavera (no hemisfério norte) ocorria nela por volta de 4000 a.C.; Vieira (p. 21) dá o intervalo de 4380 a 2220 a.C. (p. 52-53). Para os egípcios, o touro simbolizava o retorno à vida, ligado a Osíris e Ápis; para os persas, era o aleph, primeira letra do alfabeto (Vieira, p. 21-22).
Europa. Zeus (Júpiter) apaixonou-se pela princesa Europa, filha de Agenor, e se transformou num touro branco e manso. Ela subiu no dorso do animal, que se lançou ao mar e nadou até Creta (Mourão, p. 774; Vieira, p. 22; Ridpath, p. 172).
As Híades. Eram filhas de Atlas e de Etra. Depois que o irmão Hias foi morto por uma leoa, os deuses as transformaram em estrelas. O nascer helíaco do aglomerado coincidia com a estação das chuvas, e o nome significa "chover" (Vieira, p. 22-23; Mourão, p. 774).
As Plêiades. Eram sete donzelas, filhas de Atlas e de Pleione, perseguidas pelo caçador Órion até Júpiter as transformar em estrelas (Vieira, p. 23; Moore, p. 337). Aparecem na Odisseia e na Bíblia (Jó 38:31; Moore, p. 337). O nome grego vem de plein, "navegar", pois marcavam a abertura e o fechamento da estação de navegação (Vieira, p. 23), e o reaparecimento delas em novembro era saudado como a festa dos mortos (Mourão, p. 774).
O zodíaco: o Sol, a eclíptica e o Touro
A eclíptica é o caminho que o Sol parece percorrer entre as estrelas ao longo do ano, e o Touro é uma das constelações por onde ele passa. O zodíaco é a faixa do céu de cerca de 8° de cada lado da eclíptica, por onde também caminham a Lua e os planetas (Philip's Astronomy Encyclopedia, verbete zodiac, p. 445; Mourão, verbete zodíaco, p. 885). É a linha tracejada dourada da nossa carta.
Pelos limites oficiais da União Astronômica Internacional, o Sol está dentro da constelação do Touro por volta de 15 de maio a 21 de junho (datas aproximadas, cerca de 38 dias). Isso significa que, no fim do outono, o Touro está no céu de dia, junto com o Sol, e não pode ser visto: é por isso que ele só aparece à noite muitos meses depois.
Signo não é constelação. Os signos da astrologia dividem o zodíaco em 12 partes iguais de 30°, contadas a partir do ponto vernal; as constelações têm tamanhos desiguais e limites definidos pela IAU. A precessão dos equinócios, o giro do eixo da Terra em cerca de 26.000 anos, desloca o ponto vernal de constelação em constelação a cada cerca de 2.000 anos, e os signos deixaram de coincidir com as constelações de mesmo nome (Philip's Astronomy Encyclopedia, p. 445; Vieira, p. 52-53). Hoje o equinócio está em Peixes. O período que os calendários astrológicos chamam de "Touro", de cerca de 21 de abril a 20 de maio, cai antes de o Sol chegar aos limites oficiais da constelação (conhecimento geral). Nada disso prevê coisa alguma: o Touro nos dá história, cultura e um bom motivo para olhar para cima.
Taurídeas: meteoros do cometa Encke
O Touro é o radiante de duas chuvas de meteoros (Mourão, p. 774). As Taurídeas de 4 de junho a 4 de julho têm cerca de 30 meteoros por hora, a 31 km/s, e estão ligadas ao cometa Encke. As de 20 de outubro a 30 de novembro, com máximo em 8 e 9 de novembro, têm radiante duplo: as boreais (cerca de 5 por hora) e as austrais (cerca de 15 por hora, aparentemente também ligadas ao Encke). Ridpath (p. 172) as situa no início de novembro. Do Brasil, as austrais, com radiante em declinação +14°, são as mais promissoras.
Roteiro de observação
| Instrumento | O que ver |
|---|---|
| A olho nu | A cor laranja de Aldebaran, o V das Híades, as Plêiades (conte as estrelas), a dupla teta e o "piscar" de lambda ao longo de 3,95 dias. |
| Binóculo (10×50) | O conjunto das Híades inteiro no campo, a dupla teta com cores, as dezenas de estrelas das Plêiades, NGC 1647 e M 1 como uma mancha muito fraca perto de Tianguan. |
| Telescópio pequeno (70 a 100 mm) | As duplas do V, mais estrelas das Plêiades (com baixo aumento), a forma oval de M 1 e a nebulosidade das Plêiades. |
| Câmera e teleobjetiva | As Plêiades com a nebulosa de reflexão azul, as Híades com Aldebaran e, com telescópio, o Caranguejo com filtro H-alfa. |
Dicas de campo:
- Para as Plêiades e as Híades, use campo largo: binóculo ou telescópio com pouco aumento (Mobberley, p. 94; Kambič, p. 456).
- Compare Aldebaran com Betelgeuse: Aldebaran é quase constante e Betelgeuse varia; convém fazer a comparação com ambas altas no céu, por causa da absorção da atmosfera (Moore, noite de 10 de dezembro, p. 336).
- Para M 1, espere o Touro alto e um céu escuro.
Referências
- ALLISON, Michael. Star Clusters and How to Observe Them. London: Springer, 2006. Plêiades e Híades, p. 121-122 e 125.
- KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars: 250+ Wonderful Sky Objects to See and Explore. New York: Springer, 2010. Touro, Híades, Plêiades e M 1, p. 455-467.
- KIER, Ronald. The 100 Best Targets for Astrophotography. New York: Springer, 2009. M 1, p. 25.
- MOBBERLEY, Martin. The Caldwell Objects and How to Observe Them. New York: Springer, 2009. Caldwell 41 (Híades), p. 94-95.
- MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Aldebaran" (p. 7), "Alnath" (p. 10), "Crab Nebula" e "Crab Pulsar" (p. 104-105), "Hyades" (p. 190), "zodiac" (p. 445).
- MOORE, Patrick; REES, Robert. Patrick Moore's Data Book of Astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. Plêiades, Híades e outros aglomerados abertos, p. 342-347.
- MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 10 de dezembro ("Taurus", p. 335-336), 11 de dezembro ("The Hyades", p. 336), 12 de dezembro ("The Seven Sisters", p. 336-337), 14 de dezembro ("The Stars of the Pleiades", p. 338), 15 de dezembro ("Lambda Tauri", p. 338-339) e 16 de dezembro ("The Crab Nebula", p. 339).
- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Aldebaran" (p. 18), "El Nath" (p. 262), "Taurídeos" e "Taurus" (p. 774), "zodíaco" (p. 885).
- RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Touro, Plêiades e Híades, p. 172-173.
- TONKIN, Stephen. Binocular Astronomy. London: Springer, 2007. Plêiades e Híades em binóculos, p. 149-150.
- VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. Touro, mitos e nomes, p. 21-23; precessão dos equinócios, p. 52-53; Touro, Aldebaran, Híades, Plêiades, El Nath e M 1, p. 68-70.
- SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais e paralaxes das estrelas citadas, em 21 set. 2026.
- HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.