setembro 21, 2026

Leão: a Foice, Regulus e as galáxias da primavera do Norte

Carta estelar do Leão como aparece do Brasil, olhando para o norte: Regulus à esquerda, a Foice ao centro, Denebola à direita, a linha tracejada da eclíptica atravessando a constelação e as seis galáxias do artigo marcadas em verde-claro

Poucas constelações se deixam reconhecer tão bem quanto o Leão. Um ponto de interrogação espelhado de estrelas brilhantes forma a cabeça e o peito da fera, um triângulo bem marcado desenha o dorso e a cauda, e no pé da figura brilha Regulus, uma das estrelas mais famosas do zodíaco. Para quem mora no Brasil há um detalhe curioso: como o Leão passa ao norte do zênite, nós o vemos de cabeça para baixo em comparação com os mapas do hemisfério norte. Neste guia você vai aprender a achá-lo, conhecer suas estrelas, entender por que o Sol atravessa o Leão em agosto e setembro, e descobrir o que existe ali de melhor para telescópio: uma fileira de galáxias que fazem do Leão a constelação da "estação das galáxias".

Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.

Como achar o Leão

O Leão é uma constelação zodiacal grande, com cerca de 947 graus quadrados, situada entre o Caranguejo e a Virgem (Mourão, verbete Leo, p. 464; Moore, The Observer's Year, noites de 2 e 3 de maio, p. 133-134). Ridpath descreve o desenho como um leão deitado, com a Foice, seis estrelas em forma de ponto de interrogação invertido, marcando a cabeça e o peito (Ridpath, p. 177).

Quando. A constelação culmina, isto é, está mais alta no céu, por volta das 21 h no fim de abril, motivo pelo qual o outono brasileiro é a melhor estação para observá-la. Antes disso ela vem subindo pelo leste no começo da noite; depois, ela vai descendo pelo oeste e, a partir de junho, se põe cedo.

Onde. Como o centro da constelação fica ao norte do equador celeste, no Brasil você deve olhar para o norte. A altura máxima que ela alcança depende da latitude. Calculamos, para Regulus (declinação de cerca de +12°) e Denebola (cerca de +14,6°), quanto cada uma sobe:

Cidade Altura máxima de Regulus Altura máxima de Denebola
Boa Vista (RR) 81° 78°
Manaus (AM) 75° 72°
Recife (PE) 70° 67°
Brasília (DF) 62° 60°
Rio de Janeiro (RJ) 55° 52°
Porto Alegre (RS) 48° 45°
Chuí (RS) 44° 42°

Alturas calculadas a partir das coordenadas das estrelas no SIMBAD e da latitude aproximada de cada cidade (altura máxima = 90° menos a diferença entre a latitude e a declinação); valores arredondados.

Em todo o Brasil o Leão culmina ao norte do zênite, e em boa parte do país ele passa bastante alto no céu, o que garante ótimas condições para telescópio.

Passo a passo.

  1. No início de uma noite de abril, olhe para o norte e procure a Foice: um ponto de interrogação espelhado, com a estrela mais brilhante, Regulus, na base do "cabo".
  2. A leste da Foice (à direita, para quem olha para o norte), encontre o triângulo do dorso, formado por Zosma, Chertan e Denebola. Denebola marca a cauda.
  3. Para confirmar, use uma referência do céu de outono: a linha de Regulus a Denebola aponta para Arcturus, no Boieiro, e o Leão forma, com Spica, Arcturus, Denebola e Cor Caroli, o chamado losango de outono (Vieira, p. 83-84). Outra pista: a Ursa Maior aparece invertida e baixa, ao norte, quando o Cruzeiro do Sul está no ponto mais alto, e o alinhamento de Dubhe e Merak leva a Regulus (Vieira, p. 83).
Carta estelar do Leão como aparece do Brasil, olhando para o norte: Regulus à esquerda, a Foice ao centro, Denebola à direita, a linha tracejada da eclíptica atravessando a constelação e as seis galáxias do artigo marcadas em verde-claro
Carta estelar do Leão como ele aparece do Brasil ao olhar para o norte: o norte fica embaixo e o leste à direita. As linhas de constelação são as oficiais do d3-celestial. A linha tracejada dourada que cruza a carta na diagonal é a eclíptica, o caminho anual do Sol; o contorno tracejado mais curto é o limite oficial da constelação. Em verde-claro, os objetos de céu profundo citados neste artigo. Estrelas: catálogo HYG v4.1 (CC BY-SA 4.0); limites de constelação: IAU. Gerada por Astronomia no Telhado com o Carina.

As estrelas do Leão

Estrela Posição Brilho visual (mag.) Tipo espectral Distância aproximada
Regulus (alfa) pé da Foice 1,4 B8 IVn (branco-azulada) cerca de 79 anos-luz
Algieba (gama) Foice, sob a cabeça 2,0 a 2,2 (conjunto) K1 III + G7 III cerca de 130 anos-luz
Denebola (beta) cauda 2,1 A3 Va cerca de 36 anos-luz
Zosma (delta) quadril 2,5 A5 IV cerca de 58 anos-luz
Ras Elased Australis (épsilon) ponta da Foice 3,0 G1 IIIa cerca de 230 anos-luz
Adhafera (zeta) Foice 3,4 F0 IIIa cerca de 230 anos-luz
Chertan (teta) dorso 3,3 A2 IV cerca de 160 anos-luz
Rasalas (mi) cabeça 3,9 K2 IIIb cerca de 125 anos-luz

Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo). As distâncias vêm de paralaxes do satélite Hipparcos (3.261,56 dividido pela paralaxe em milissegundos de arco) e valem "cerca de"; livros mais antigos trazem valores diferentes (para Regulus, por exemplo, Mourão dá 68 anos-luz; Moore, 85; Philip's, 77; Vieira, 84; Kambič, 78).

Regulus, o "pequeno rei" (Vieira, p. 83), é a 21ª estrela mais brilhante do céu, um sistema triplo segundo Kambič (p. 316-317), e a mais fraca das estrelas tradicionalmente ranqueadas como de primeira magnitude: a seguinte, Adhara, tem magnitude 1,50, uma diferença mínima (Moore, noite de 3 de abril, p. 104). Era uma das quatro "estrelas reais" persas, ao lado de Aldebaran, Antares e Fomalhaut, que marcavam as estações (Mourão, verbete Regulus, p. 677; Moore, p. 103-104). O nome vem, segundo Mourão, de um engano de Ptolomeu ao chamá-la de "pequeno rei", origem do latim Regulus. Ela é 130 vezes mais luminosa que o Sol e tem uma companheira de magnitude 7,7, a 4,3 segundos de arco, fácil de ver em telescópio, além de uma estrela de 13ª magnitude a 217 segundos de arco, que não tem ligação com ela (Moore, p. 104). Regulus está a apenas meio grau da eclíptica, e por isso é uma das raras estrelas brilhantes que a Lua pode ocultar. Em 1959, ela foi ocultada até pelo planeta Vênus, um evento raríssimo (Moore, p. 104).

Algieba é uma das melhores estrelas duplas do céu. A principal é laranja e a companheira, de magnitude 3,5, é amarelo-esverdeada, com separação de pouco mais de 4 segundos de arco e período orbital de 619 anos, segundo Moore (noite de 4 de abril, p. 104-105). Ridpath e Philip's falam de cerca de 600 anos (Ridpath, p. 177; Philip's, p. 224), e Mollise dá a separação de 4,4" (p. 112). Algieba fica bem perto do radiante das Leônidas (Moore, p. 105).

Denebola é a cauda. Moore comenta que os antigos a descreviam como de primeira magnitude, e hoje ela está em 2,1; ele duvida, porém, que tenha havido uma queda real de brilho (Moore, noite de 6 de abril, p. 106). Está a cerca de 36 anos-luz.

Cores em binóculo. Além de Algieba, Rasalas (mi) e Alterf (lambda), ambas de tipo K, com magnitudes 3,9 e 4,3, têm tom alaranjado (Moore, noite de 5 de abril, p. 105).

Um vizinho quase invisível. Perto de Regulus há uma anã vermelha de 13ª magnitude, Wolf 359, a cerca de 7,8 anos-luz de nós, mais perto que Sirius. Tem apenas 0,00002 da luminosidade do Sol e, por alguns anos, foi considerada a estrela normal menos luminosa conhecida (Moore, noite de 5 de abril, p. 105). Precisa de telescópio de porte médio e carta detalhada.

Objetos de céu profundo: a estação das galáxias

O Leão fica longe do plano da Via Láctea: por isso, quase não há nebulosas ou aglomerados de estrelas, mas em compensação você olha para fora da nossa galáxia e enxerga milhares de outras. Mollise lembra que na primavera do hemisfério norte (nosso outono) olhamos para fora do plano da Via Láctea e é a hora das galáxias; para qualquer uma delas, boa transparência e seeing estável contam mais do que abertura (Mollise, p. 104-105). O Philip's destaca cinco galáxias de 9ª magnitude: M 65, M 66, M 95, M 96 e M 105 (verbete Leo, p. 224).

O Trio do Leão: M 65, M 66 e NGC 3628

Sob o dorso do leão, perto de Iota Leonis (uma estrela de 4ª magnitude ao sul de Chertan), fica o mais famoso grupo do Leão. M 65 — galáxia espiral e M 66 — galáxia espiral formam um par a cerca de 30 a 35 milhões de anos-luz, descobertas por Pierre Méchain em 1780. M 65 está quase de perfil, e M 66, meio grau ao lado, é maior e menos massiva (Moore, noite de 9 de abril, p. 108; Mollise, p. 105-107; Kambič, p. 319). Um telescópio pequeno mostra as duas com facilidade, mas os braços espirais só aparecem em telescópios maiores e em fotografias (Moore, p. 108). Kambič nota que, com o Leão alto, M 66 é a primeira a aparecer no binóculo; perto da culminação surge M 65 (p. 319).

A terceira do trio é NGC 3628 — Galáxia do Hambúrguer, vista de perfil, com uma faixa escura de poeira no meio. Mollise dá magnitude 10,3 e cerca de 12 minutos de arco, mas exige telescópio de 8 polegadas (20 cm) ou mais (p. 107).

Para achar o trio, use Theta (Chertan) e Iota Leonis como guias, com a estrela 73 Leonis como ponto intermediário, segundo Kambič (p. 319, fig. 9.12).

O grupo de M 95, M 96 e M 105

Mais perto de Regulus fica outro grupo de galáxias, o de M 95 e M 96, com M 105 ao lado, no chamado grupo de Leão I, a cerca de 38 milhões de anos-luz (Kambič, p. 320-321). M 96 — galáxia espiral é a espiral mais conspícua das duas; M 95 — galáxia espiral barrada fica ao lado e é mais fraca, e M 105 — galáxia elíptica, pequena e brilhante, lembra um aglomerado globular no telescópio (Moore, p. 108-109). M 105 foi acrescentada ao catálogo de Messier depois, embora também tenha sido descoberta por Méchain (Moore, p. 108). Ficam entre Regulus e Iota Leonis; M 105 e M 96 são as primeiras a aparecer, e M 95 raramente se mostra em binóculos (Kambič, p. 320-321).

Com telescópio médio e céu escuro, vale ainda NGC 2903 (magnitude 9,1) e NGC 3521, o "Girassol Júnior" (Mollise, p. 108 e 111), que não estão na carta.

Mitologia e história

O leão de Neméia. Segundo a mitologia grega, a constelação representa o leão de Neméia, morto por Hércules como o primeiro de seus doze trabalhos. O animal tinha um couro impenetrável, e o herói, depois de tentar em vão flechas, teve de estrangulá-lo (Ridpath, p. 177; Mourão, verbete Leo, p. 464; Philip's, verbete Leo, p. 224).

O leão e o Nilo. Mourão registra que, na época em que a figura foi criada, o Sol ficava no Leão no solstício de verão do hemisfério norte, e que para os egípcios a entrada do Sol em Leão coincidia com a cheia do Nilo (Mourão, verbete Leo, p. 464; Vieira, p. 24). Moore cita que, em 1552, William of Salisbury escreveu que quem nascesse sob ela teria "um nascimento real" (p. 104): curiosidade histórica, sem base científica.

O zodíaco e o Sol no Leão

O zodíaco é a faixa de céu de cerca de 8° de cada lado da eclíptica, o caminho aparente do Sol; por ela passam o Sol, a Lua e os planetas (com exceção de Plutão, segundo o Philip's, p. 445; Mourão, verbete zodíaco, p. 885). A eclíptica forma cerca de 23,5° com o equador celeste (Ridpath, p. 132). O Leão é atravessado por ela: repare na carta que a linha dourada passa colada a Regulus, a cerca de meio grau (Moore, noite de 3 de abril, p. 104), e segue ao sul do triângulo do dorso (Moore, noite de 2 de maio, p. 133).

Pelos limites oficiais da União Astronômica Internacional, o Sol está dentro do Leão por volta de 12 de agosto a 17 de setembro, cerca de 37 dias (datas aproximadas, e que variam um dia ou dois de ano para ano). Nessa época o Leão está do mesmo lado do céu que o Sol e some no brilho do dia; a melhor época para vê-lo à noite é meses depois, de março a junho.

Signo e constelação não são a mesma coisa. Na astrologia, o zodíaco é dividido em doze signos iguais de 30° cada um. Por causa da precessão dos equinócios (a lenta oscilação do eixo da Terra, que desloca o ponto de partida ao longo dos séculos) e da redefinição dos limites das constelações, os signos deixaram de coincidir com as constelações (Philip's, verbete zodiac, p. 445). Por isso o período do signo de Leão (por volta de 23 de julho a 22 de agosto) não bate com as datas em que o Sol está de fato na constelação. Além disso, a eclíptica hoje também passa por Ofiúco, e o zodíaco toca partes de Cetus, Órion e Sextante (Philip's, p. 445; Mourão, p. 885). Moore lembra que os padrões das constelações são arbitrários e "não significam absolutamente nada" no sentido astrológico (noite de 2 de maio, p. 133). Aqui os signos são cultura e história, não previsão.

As Leônidas: quando o céu caiu

O Leão empresta o nome a uma das chuvas de meteoros mais célebres da história. As Leônidas estão ativas de 15 a 20 de novembro, com pico por volta de 17, e o radiante, o ponto de onde os meteoros parecem sair, fica dentro da Foice (Philip's, verbete Leonids, p. 225). Em um ano comum, a taxa horária no pico é de cerca de 15 meteoros, mas a cada cerca de 33 anos, quando o cometa-mãe, 55P/Tempel-Tuttle, volta ao periélio, a chuva pode virar tempestade (Philip's, p. 225-226; Moore, noite de 17 de novembro, p. 312).

A tempestade de 1833 é considerada o marco inicial do estudo científico dos meteoros: foi ela que levou à identificação de chuvas definidas. O americano H. A. Newton rastreou as Leônidas em registros até o ano 902 e previu, corretamente, outra grande exibição em 1866; o cometa Tempel-Tuttle foi descoberto no ano anterior e Schiaparelli percebeu que ele era o "pai" da chuva (Moore, p. 312; Philip's, p. 225-226). Em 1966 as taxas foram altíssimas: Moore fala em ZHR de 60.000, e o Philip's, em cerca de 140.000 por hora durante 40 minutos (Moore, p. 312; Philip's, p. 226). Humboldt já a observara em 1799, na Venezuela (Mourão, verbete Leonídeos, p. 464). As previsões para o retorno de 2032 são pouco favoráveis: no máximo cerca do dobro do que as Perseidas mostram na maioria dos anos (Philip's, p. 226).

No Brasil, o radiante do Leão nasce depois da meia-noite em novembro, então o melhor horário para observar é o da madrugada.

Roteiro de observação

Instrumento O que ver
A olho nu A Foice e o triângulo do dorso, a cor levemente laranja de Algieba, Regulus (a mais brilhante), o alinhamento Regulus-Denebola apontando para Arcturus.
Binóculo (10×50) As cores de Algieba, Rasalas e Alterf, a companheira de Regulus (só em condições excelentes), as galáxias M 65 e M 66 (fracas, em noite escura) e M 96/M 105.
Telescópio pequeno (70 a 100 mm) Algieba dupla, Regulus e sua companheira de 7,7 mag, M 65 e M 66 sem dificuldade, M 96 e M 105 como manchas suaves.
Telescópio médio (150 a 200 mm) O Trio inteiro, com NGC 3628 aparecendo como um fuso alongado com sua faixa de poeira; M 95, M 96 e M 105 no mesmo campo; NGC 2903 e NGC 3521.
Câmera DSLR ou smart telescope M 65, M 66 e NGC 3628 num só quadro; para a Foice inteira, uma lente de 35 a 50 mm.

Dicas de campo:

  • Escolha noites sem Lua e de céu transparente: as galáxias do Leão têm baixo brilho superficial e sofrem com névoa e poluição luminosa.
  • Aproveite abril e maio, das 20 h às 22 h, quando o Leão passa pelo meridiano, ao norte.
  • Comece pela Foice, siga até Iota Leonis e só então procure o Trio.
  • Seeing bom compensa mais do que abertura (Mollise, p. 105).

Referências

  • KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars: 250+ Wonderful Sky Objects to See and Explore. New York: Springer, 2010. Regulus, p. 316-317; galáxias do Leão com binóculos (M 65, M 66, M 95, M 96, M 105), p. 319-321.
  • MOLLISE, Rod. The Urban Astronomer's Guide: A Walking Tour of the Cosmos for City Sky Watchers. London: Springer, 2006. Trio do Leão e galáxias de Leão, p. 104-112 (M 65 e M 66, p. 105-107; NGC 3628, p. 107; NGC 2903, p. 108; M 105, M 96 e M 95, p. 109-110; NGC 3521, p. 111; Algieba, p. 112).
  • MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Leo" (p. 224), "Leonids" (p. 225-226) e "zodiac" (p. 445).
  • MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 2 a 6 de abril (Leão, Regulus, Algieba, Foice, Wolf 359 e Denebola, p. 103-106), 9 de abril (galáxias do Leão, p. 108), 2 e 3 de maio (zodíaco e áreas das constelações, p. 133-134) e 17 de novembro (Leônidas, p. 312).
  • MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Leo" (p. 464), "Leonídeos" (p. 464), "Regulus" (p. 677) e "zodíaco" (p. 885).
  • RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Leão, p. 177; coordenadas celestes, eclíptica e zodíaco, p. 132.
  • VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. O Leão e o zodíaco, p. 24; losango de outono, Leão, Ursa Maior e Cor Caroli, p. 83-84.
  • SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais, paralaxes e dados das galáxias, em 21 set. 2026.
  • HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.