setembro 21, 2026
Escorpião: guia da constelação de Antares, do ferrão e da cauda que atravessa a Via Láctea

Poucas constelações fazem tanto sentido para quem olha para o alto: o Escorpião parece mesmo um escorpião. Tem o coração vermelho de Antares, a curva elegante da cauda e um ferrão duplo que aponta para o horizonte. E, se você mora no Sudeste ou no Sul do Brasil, ele passa quase exatamente sobre a sua cabeça nas noites de inverno, com a Via Láctea inteira ao fundo. Neste guia você vai aprender a encontrá-lo, conhecer as estrelas, os aglomerados que o cercam e a história do Escorpião que nunca aparece no céu ao mesmo tempo que o Caçador Órion.
Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.
O escorpião que o Brasil vê no alto
O Escorpião (Scorpius, abreviatura Sco) é a oitava constelação do zodíaco, entre Libra e Sagitário, e ocupa cerca de 497 graus quadrados do céu (Mourão, verbete Scorpius). Moore o descreve como uma das poucas figuras do céu que lembram de fato o objeto que dá nome a elas, o escorpião mitológico que matou Órion (Philip's, verbete Scorpius). Moore anota que, do Reino Unido, ele nunca sobe direito, enquanto de países do sul fica quase no zênite (Observer's Year, p. 172).
Entre as doze constelações zodiacais, o Escorpião é a mais rica em estrelas: são cerca de 7,6 estrelas acima da 5ª magnitude por cada 100 graus quadrados, contra 2 a 3 nas vizinhas Virgem e Leão (Moore, Observer's Year, noites de 2 e 3 de maio). Some a isso a Via Láctea, que atravessa a constelação, e ela rende noites inteiras de observação.
Quando e como achar
Melhor época. O Escorpião culmina (fica no ponto mais alto) por volta das 21 horas locais em meados de julho, e a cauda um pouco depois. Na prática, a boa temporada vai de maio a agosto: em maio ele nasce cedo, em junho e julho domina o começo da noite, em agosto já se inclina para o oeste.
Para onde olhar. No Rio de Janeiro (latitude de 23° sul), Antares passa a cerca de 3,5° do zênite, do lado sul, e a cauda fica bem alta. A carta abaixo mostra o céu olhando para o sul, com o norte para cima e o leste para a esquerda.
| Cidade | Antares | Shaula (ferrão) | Sargas (fim da cauda) |
|---|---|---|---|
| Boa Vista (RR) | 61° | 50° | 44° |
| Manaus (AM) | 67° | 56° | 50° |
| Recife (PE) | 72° | 61° | 55° |
| Brasília (DF) | 79° | 69° | 63° |
| Rio de Janeiro (RJ) | 86° | 76° | 70° |
| São Paulo (SP) | 87° | 77° | 71° |
| Porto Alegre (RS) | 86° | 83° | 77° |
Altura máxima acima do horizonte, calculada por nós com as declinações do SIMBAD e a latitude de cada cidade; valores arredondados. Antares passa ao sul do zênite no Norte e no Sudeste e ao norte dele em Porto Alegre.

Passo a passo.
- Procure Antares, a estrela vermelho-alaranjada e brilhante no meio da constelação. Não tem como confundir.
- Dos dois lados de Antares, à mesma distância, há duas estrelas menores: Sigma e Tau. Moore chama a atenção para esse trio, um padrão que só se repete com Altair, na Águia (Observer's Year, p. 174).
- Para o lado do leste (esquerda na carta), a curva da cauda desce pelas estrelas de Larawag e Girtab até o ferrão, que é o par Shaula e Lesath, e termina em Sargas.
- Para o lado do oeste (direita), a cabeça e as garras: Acrab (ou Graffias), Dschubba e a fileira de estrelas que apontam para Libra.
As estrelas do Escorpião
| Estrela | Posição | Brilho visual (mag.) | Tipo espectral | Distância aproximada |
|---|---|---|---|---|
| Antares (alfa) | coração | 0,9 a 1,2 (variável) | M1,5 Iab (supergigante vermelha) + B2 V | cerca de 550 a 600 anos-luz |
| Shaula (lambda) | ferrão | 1,63 | B2 IV (sistema múltiplo) | cerca de 570 anos-luz |
| Sargas (teta) | ponta da cauda | 1,85 | F1 III | cerca de 300 anos-luz |
| Dschubba (delta) | cabeça | 2,3 (variou em 2000) | B0,3 IV | cerca de 490 anos-luz |
| Larawag (épsilon) | curva da cauda | 2,29 | K1 III (gigante alaranjada) | cerca de 64 anos-luz |
| Girtab (capa) | cauda | 2,39 | B1,5 III | cerca de 480 anos-luz |
| Acrab (beta 1) | cabeça | 2,62 (dupla com 4,9) | B1 V | cerca de 400 anos-luz |
| Lesath (ípsilon) | ferrão | 2,65 | B2 IV | cerca de 575 anos-luz |
Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo). As distâncias vêm de paralaxes de satélite (Hipparcos e Gaia), calculadas por 3.261,56 dividido pela paralaxe em milissegundos de arco; livros mais antigos trazem valores muito diferentes.
Antares é o coração do escorpião e uma das estrelas mais famosas do céu. O nome vem de uma expressão grega que significa "como Marte" ou "rival de Marte", por causa da cor avermelhada (Mourão, verbete Antares, p. 42; Philip's, p. 19). É uma supergigante vermelha, mais de 10.000 vezes mais luminosa que o Sol, que varia de brilho entre a magnitude 0,9 e 1,2 (Philip's; Ridpath). O tamanho depende de quem faz a conta: Mourão e o Philip's falam em 300 a 400 vezes o diâmetro do Sol, e Vieira e Kambič, em 900 a 980 milhões de quilômetros de diâmetro, um valor que, no Sistema Solar, chegaria perto do cinturão de asteroides (Vieira, p. 87; Kambič, p. 429). As distâncias também variam: de 500 a 600 anos-luz nos livros, e cerca de 550 pela paralaxe atual.
Antares tem uma companheira azulada de 5ª magnitude a cerca de 2,5 a 2,9 segundos de arco, que só telescópios de 75 mm ou mais conseguem mostrar, por causa do brilho da estrela principal. Pelo contraste com o laranja de Antares, ela parece verde (Philip's, p. 19; Kambič, p. 429; Bakich, objeto nº 431). O período da órbita fica em torno de 880 a 900 anos (Moore, Observer's Year, p. 173).
Shaula e Lesath, no fim da cauda, formam o ferrão. Shaula é a segunda estrela mais brilhante da constelação (magnitude 1,63), uma binária espectroscópica cujo nome árabe significa "a cauda do escorpião" (Mourão, verbete Shaula, p. 733). Lesath está a cerca de meio grau dela, e as duas juntas dão ao escorpião um "aguilhão" duplo, fácil de ver mesmo com poluição luminosa moderada. Os livros mais antigos que consultamos citam para Shaula 270 a 275 anos-luz e para Lesath mais de 1.500; os dados atuais de paralaxe colocam as duas a cerca de 570 anos-luz, ou seja, lado a lado no espaço, não só no céu.
Sargas, na ponta da cauda, é uma estrela branco-amarelada e a única das principais do Escorpião que não é azul ou vermelha. Larawag, a curva da cauda, é a mais próxima: cerca de 64 anos-luz. Dschubba, na cabeça, guarda uma surpresa: até junho de 2000 ela era constante na magnitude 2,3, e nesse ano começou a variar, chegando perto de 1,6, com o aumento de brilho atribuído a uma expulsão de gás (Kambič, p. 430; Ridpath, p. 204).
Acrab, ou Graffias, é uma dupla fácil: uma estrela de 2,6 e outra de 4,9, separadas por cerca de 13 segundos de arco, que o telescópio pequeno separa, branco-azuladas (Moore, Observer's Year, p. 175; Philip's, p. 358).
Um teste de visão. Perto do fim da cauda, Zeta-1 e Zeta-2 formam um par que se separa a olho nu, com cerca de 6,8 minutos de arco entre elas, e Mu-1 e Mu-2 a cerca de 5,8 (Kambič, p. 430). Vieira sugere usar Mu como teste de acuidade visual (p. 87-88). A pegadinha é que Zeta-1 e Zeta-2 são só um alinhamento: pelo SIMBAD, Zeta-2 está a cerca de 135 anos-luz e Zeta-1 a mais de 5.000, na direção do aglomerado NGC 6231.
Aglomerados e nebulosas
M 4, o globular ao lado de Antares
O aglomerado globular M 4 fica cerca de 1,3 grau a oeste de Antares (à direita, na carta) e cabe no mesmo campo de um binóculo. Tem magnitude 5,6 a 5,8 e mais de 25 minutos de arco de diâmetro. Foi descoberto por De Chéseaux em 1746, e Messier foi o primeiro a resolvê-lo em estrelas, em 1764 (Bakich, objeto nº 424). Em 15 cm, mostra dezenas de estrelas e uma fileira norte-sul no centro (Bakich). A distância varia de 5.900 anos-luz, pela paralaxe atual, a 7.200 nos livros (Ridpath, p. 204; Kambič).
M 80, o globular que parece uma estrela
O M 80 fica a meio caminho entre Antares e Acrab, na mesma direção do norte. É pequeno e denso, de magnitude 7,3, e em binóculo parece uma estrela desfocada (Kambič, p. 431; Bakich).
M 6, o Aglomerado da Borboleta
O aglomerado aberto M 6 fica cerca de 5 graus a nor-nordeste de Shaula. Com magnitude 4,2, é visível a olho nu em céu escuro e, em binóculo, mostra de 50 a 70 estrelas. As "asas da borboleta" pedem imaginação (Moore, Observer's Year, p. 176; Kambič, p. 431-432; Bakich, objeto nº 496). Uma gigante laranja, BM Scorpii, se destaca em uma das asas (Ridpath, p. 204). Está a cerca de 1.500 a 1.600 anos-luz, cerca de o dobro da distância de M 7.
M 7, o Aglomerado de Ptolomeu
O M 7 é maior, mais brilhante e mais próximo: magnitude 3,3, uns 80 minutos de arco (quase o triplo do diâmetro da Lua cheia) e cerca de 800 a 900 anos-luz. É visível a olho nu como uma nuvenzinha na Via Láctea, a cerca de 5 graus a lés-nordeste de Shaula (à esquerda, na carta) (Kambič, p. 434; Bakich, objeto nº 505). Já aparece no texto de Ptolomeu, por volta do ano 130, como uma "nebulosa" depois do ferrão do Escorpião, e é o objeto mais ao sul de todo o catálogo de Messier (Bakich). Binóculos 10×50 mostram cerca de 50 estrelas; use o menor aumento, porque ele é maior do que o campo de muitos telescópios (Moore, Observer's Year, p. 176; Bakich).
NGC 6231, o falso cometa
O NGC 6231 é um aglomerado jovem de magnitude 2,6 e uns 14 minutos de arco, a cerca de 0,5 grau ao norte de Zeta-2, perto do fim da cauda (Moore, Observer's Year, p. 176). Tem cerca de 7 milhões de anos e fica a 5.500 a 6.000 anos-luz (Mobberley, p. 160). Junto com o grupo Trumpler 24 (de Sco OB1) forma a "cauda" de um "falso cometa" de olho nu: o próprio Martin Mobberley conta que, em abril de 1986, em Tenerife, confundiu esse aglomerado com o cometa Halley (Mobberley, p. 160-161). Bakich cita a comparação do químico Ernst Hartung com diamantes sobre veludo negro (objeto nº 451).
Pata de Gato, Guerra e Paz e Camarão: as nebulosas da cauda
Perto do ferrão, na cauda que mergulha na Via Láctea, há três grandes nebulosas de emissão, todas regiões onde nascem estrelas. São alvos difíceis a olho nu e ótimos para fotografia e para telescópios com filtro.
- NGC 6334, a Nebulosa Pata de Gato (Cat's Paw). Foi descoberta por John Herschel em 7 de junho de 1837, do Cabo da Boa Esperança. É uma das maiores regiões de formação estelar da Via Láctea, formada por cinco manchas; a mais brilhante, no sudeste, tem cerca de 60′ e uma estrela de magnitude 9. Fica a uns 3° a oés-noroeste de Shaula, maior que a Lua cheia: use campo largo ou um filtro de nebulosa e observe as cinco áreas separadamente (Bakich, objeto nº 474).
- NGC 6357, a Nebulosa Guerra e Paz (War and Peace, também chamada Lagosta). Também é uma descoberta de Herschel, de 1837. O apelido vem de imagens de infravermelho médio do satélite MSX: a parte brilhante parecia uma pomba, o símbolo da paz, e os filamentos do leste, um crânio, o da guerra. Ela envolve o aglomerado Pismis 24, com estrelas entre as mais massivas que se conhecem; o Hubble encontrou ali uma dupla de cerca de 100 massas solares. Fica a uns 3,3° a nor-noroeste de Shaula e é maior que a Lua cheia, mas só cerca de um décimo da sua extensão aparece em telescópio amador: use filtro (Bakich, objeto nº 483).
- IC 4628, a Nebulosa do Camarão (Prawn Nebula). É uma nebulosa grande e tênue, ao lado do aglomerado NGC 6231. Coe conta que, num refrator de 100 mm, ela só aparece com visão desviada e sem filtro; com um filtro UHC fica fácil de ver. O filtro OIII aumenta o contraste, mas escurece as estrelas. A nuvem escura Barnard 48, ao sul, se destaca com o UHC (Coe, p. 119-120).
Mitologia e história
O Escorpião é uma das poucas constelações que mantêm até hoje a forma animal que lhe deu o nome. Segundo Mourão, gregos, latinos, árabes e persas o representaram como um escorpião, desde a Antiguidade mais remota. O equinócio de outono, por volta de 3000 a.C., ficava dentro dessa constelação (Mourão, verbete Scorpius, p. 722-723). Na Pérsia, Antares era uma das quatro "estrelas reais", junto com Regulus, Aldebaran e Fomalhaut, guardiãs do céu que, para os persas, marcavam pontos-chave do ano (Vieira, p. 24; Mourão, p. 723).
O Escorpião e o Caçador que nunca se encontram. Na versão grega que Mourão relata, o escorpião foi enviado por Ártemis (Diana, no texto) para matar Órion, que atrapalhava as atividades da caçadora. E o mito tem um "eco" no céu: as estrelas de Órion se põem no oeste justamente quando o Escorpião nasce no leste, e os dois nunca aparecem juntos (Mourão, p. 723). Uma constelação sempre foge da outra.
O Escorpião também é ligado a Libra. Em outros tempos, as estrelas de Libra eram vistas como as garras do escorpião; Zubenelgenubi, o nome de Alfa da Balança, significa "a garra sul" (Bakich, objeto nº 386).
O Escorpião e o zodíaco
O Sol atravessa, ao longo do ano, as doze constelações da faixa do zodíaco, seguindo a eclíptica, o caminho aparente do Sol contra o fundo das estrelas, que é a projeção da órbita da Terra na esfera celeste (Moore, Observer's Year, p. 132-133). Na carta acima, é a linha tracejada que passa pelo alto: repare que ela corta só a parte de cima do Escorpião, perto de Acrab e Dschubba, e passa cerca de 4 a 5 graus ao norte de Antares. Quando Marte, o "rival", passa perto de Antares, há dois pontos avermelhados lado a lado.
Signo não é constelação. Um signo é cada uma das 12 seções iguais de 30 graus do zodíaco. Há dois mil anos, cada signo coincidia com a constelação de mesmo nome; por causa da precessão dos equinócios, o cenário se deslocou cerca de 30 graus. Como resultado, diz Mourão, a constelação de Áries está hoje no signo de Touro, a de Touro no de Gêmeos, e assim por diante (verbete signo, p. 736). O Philip's reforça que os signos, de 30 graus cada, foram desalinhados das constelações pela precessão e pela redefinição dos limites (verbete zodiac, p. 445). Para a astronomia, os padrões das constelações são arbitrários e não têm significado astrológico (Moore, Observer's Year, p. 133).
Quando o Sol está no Escorpião. Pelos limites oficiais da IAU, o Sol atravessa o Escorpião por volta de 24 a 30 de novembro, apenas cerca de uma semana (datas aproximadas), e logo depois ele entra em Ofiúco, onde fica por volta de 1 a 18 de dezembro, uma constelação que não faz parte dos 12 signos tradicionais. Os horóscopos dão ao "signo de Escorpião" o período de fins de outubro a meados de novembro, semanas antes de o Sol chegar à constelação; a diferença vem da precessão.
Quando o Sol está no Escorpião, a constelação fica no céu de dia e não dá para vê-la à noite. É por isso que a boa temporada é o inverno, com o Sol do lado oposto do céu.
Roteiro de observação
| Instrumento | O que ver |
|---|---|
| A olho nu | A forma do escorpião inteiro, a cor de Antares, a curva da cauda, a nuvem de M 7 ao lado do ferrão e o par de Zeta em céu escuro. Se o céu estiver muito bom, M 6 e NGC 6231 aparecem como manchas. |
| Binóculo (10×50) | M 4 ao lado de Antares, M 80 como uma estrela difusa, M 6 e M 7 resolvidos em dezenas de estrelas, NGC 6231 e o campo de estrelas da Via Láctea. |
| Telescópio pequeno (70 a 100 mm) | A companheira azul-esverdeada de Antares (com calma e boas condições), a dupla Acrab, M 4 começando a se resolver em estrelas, NGC 6231 com mais de 100 estrelas e o miolo mais denso de M 80. |
| Câmera DSLR ou celular no tripé | A constelação inteira sobre a Via Láctea com uma grande angular; o campo de Antares e M 4 com as cores da região. M 6 e M 7 com uma teleobjetiva de 100 a 200 mm. |
Dicas de campo:
- Escolha uma noite sem Lua entre maio e agosto, em céu escuro.
- Comece por Antares e ande para o oeste até M 4; depois use o binóculo para varrer a cauda até M 6 e M 7.
- Depois do ferrão, siga a Via Láctea para o leste: ela leva a Sagitário, na direção do centro da Galáxia, um dos trechos mais ricos do céu de inverno (Ridpath, p. 204).
Referências
- BAKICH, Michael E. 1,001 Celestial Wonders to See Before You Die. New York: Springer, 2010. Objeto nº 386 (Beta da Balança), nº 424 (M 4), nº 474 (NGC 6334), nº 483 (NGC 6357), nº 431 (Antares), nº 451 (NGC 6231), nº 496 (M 6) e nº 505 (M 7).
- COE, Steven R. Nebulae and How to Observe Them. London: Springer, 2007. IC 4628, p. 119-120.
- KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars. New York: Springer, 2010. Escorpião, p. 428-436.
- MOBBERLEY, Martin. The Caldwell Objects and How to Observe Them. New York: Springer, 2009. Caldwell 76 (NGC 6231), p. 160-161.
- MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Antares" (p. 19), "Scorpius" (p. 358) e "zodiac" (p. 445).
- MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 2 e 3 de maio (zodíaco, p. 132-133), de 18 a 22 de junho (Escorpião, Antares, vizinhas e cabeça, p. 172-175) e de 24 de junho (M 6 e M 7, p. 176).
- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Antares" (p. 42), "Scorpius" (p. 722-723), "Shaula" (p. 733) e "signo" (p. 736).
- RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Escorpião, p. 204.
- VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. As quatro estrelas reais, p. 24; Escorpião, Libra e testes de acuidade visual, p. 87-88.
- SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais, paralaxes e dimensões, em 21 set. 2026.
- HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.