setembro 21, 2026

Virgem: Spica, a gêmea que sumiu e o campo de galáxias escondido no Y

Carta estelar de Virgem como aparece do Brasil, olhando para o norte: o Y com Spica no alto da figura, Porrima e Vindemiatrix no meio, Arcturus e Denebola como referências, a eclíptica atravessando a constelação e sete galáxias marcadas em verde

Virgem é a segunda maior constelação do céu, só perde para a Hidra, e tem uma das figuras mais fáceis de reconhecer no início da noite de outono: um grande Y, com uma estrela azulada e brilhante na base. É zodiacal, cruza o equador celeste, guarda o ponto do equinócio de setembro e esconde, no "bojo" do Y, milhares de galáxias. Também tem um enigma clássico: a estrela dupla Porrima, formada por duas gêmeas que se aproximaram tanto uma da outra que, por alguns anos, pareceram uma só, e agora voltam a se afastar. Aqui você aprende a achá-la, conhece as estrelas principais, vê o que observar no Aglomerado de Virgem e entende o que a constelação tem a ver com o zodíaco.

Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.

A segunda maior do céu

Virgem (Virgo, sigla Vir) cobre 1.294 graus quadrados, um pouco mais que a Ursa Maior (1.280) e menos que a Hidra (1.303) (Moore, The Observer's Year, noite de 8 de maio; Mourão, verbete Virgo). Só tem uma estrela de primeira grandeza, Spica, mas várias outras bem visíveis, e a forma de Y facilita a identificação. A base do Y é Spica; os dois braços se abrem para o alto, e o espaço entre eles, chamado de "bojo", é a região das galáxias (Moore).

Do Brasil, Virgem aparece no lado norte do céu. Como a constelação atravessa o equador celeste, ela é visível de praticamente qualquer lugar da Terra, de 67° de latitude norte até 75° de latitude sul (Ridpath).

Como achar Virgem

Olhe para o norte, em uma noite de outono, e procure Spica. Três caminhos ajudam.

  1. Pelo Cruzeiro do Sul. Vieira ensina um alinhamento do outono: a linha que vai de Acrux, a estrela da base do Cruzeiro, até Gacrux, a do topo, prolongada para o norte, aponta na direção de Spica (Vieira, p. 82). Medimos com as coordenadas: a linha passa a uns 12 graus da estrela, então use como pista geral e confirme pelo brilho. Spica é a mais brilhante da região.
  2. Pelo Boieiro. Arcturus, a estrela laranja e brilhante do Boieiro, está a cerca de 33 graus de Spica, a nordeste. No hemisfério norte, a receita clássica é seguir o arco da cauda da Ursa Maior até Arcturus e continuar a curva até Spica (Moore); do Brasil, a Ursa Maior fica baixa no norte, e é mais fácil partir de Arcturus ou do Cruzeiro.
  3. Pelo triângulo. Mourão descreve um triângulo quase equilátero, de uns 35 graus de lado, formado por Spica, Arcturus e Denebola (Beta do Leão). Conferimos: os três lados medem entre 33 e 35 graus. Denebola, a estrela da cauda do Leão, fica no vértice oeste.
Carta estelar de Virgem como aparece do Brasil, olhando para o norte: o Y com Spica no alto da figura, Porrima e Vindemiatrix no meio, Arcturus e Denebola como referências, a eclíptica atravessando a constelação e sete galáxias marcadas em verde
Carta estelar de Virgem como ela aparece do Brasil ao olhar para o norte: o norte fica embaixo e o leste à direita. As linhas de constelação são as oficiais do d3-celestial. A linha tracejada amarela mais fina é a eclíptica, o caminho anual do Sol; a tracejada mais grossa é o limite oficial da constelação. Em verde-claro, os objetos de céu profundo citados neste artigo. Estrelas: catálogo HYG v4.1 (CC BY-SA 4.0); limites de constelação: IAU. Gerada por Astronomia no Telhado com o Carina.

Atenção à orientação: quando você olha para o norte, o zenite fica no alto do seu campo de visão e o norte celeste, embaixo. Por isso, na carta, Spica está acima dos demais pontos do Y e o Leão, embaixo à esquerda. É a orientação em que Virgem realmente se apresenta a quem observa do Brasil.

Melhor época. A constelação passa pelo ponto mais alto do céu (culmina) às 21 h locais por volta do fim de maio e início de junho. Em abril ela culmina de madrugada; em julho e agosto, só resta o começo da noite. Do Rio de Janeiro, Spica chega a 78 graus de altura, bem alta no céu.

As estrelas do Y

Estrela Posição no Y Brilho visual (mag.) Tipo espectral Distância aproximada
Spica (alfa) base 0,97 B1 V (dupla espectroscópica) cerca de 250 anos-luz
Porrima (gama) centro do Y 2,74 (conjunto) F1-F2 V + F1-F2 V (duas gêmeas) cerca de 39 anos-luz
Vindemiatrix (épsilon) extremo norte 2,79 G8 III (gigante amarela) cerca de 108 anos-luz
Minelauva (delta) borda do bojo 3,38 M3 III (gigante vermelha) cerca de 190 anos-luz
Heze (zeta) perto de Spica 3,38 A2 V (branca) cerca de 75 anos-luz
Zavijava (beta) extremo oeste 3,60 F9 V cerca de 36 anos-luz

Brilhos e tipos espectrais consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo). As distâncias vêm das paralaxes do Hipparcos; livros mais antigos trazem valores diferentes (Spica, de 220 a 262 anos-luz; Porrima, de 35 a 36; Minelauva, 147).

Spica é a base do Y e uma das estrelas mais próximas do plano da eclíptica: por isso, de tempos em tempos, a Lua passa na frente dela e a oculta (Moore). O nome é latim para "espiga" (Moore, Philip's Astronomy Encyclopedia, verbete Spica; Mourão), e várias culturas antigas a chamaram assim: na Turquia e na Síria, por exemplo, nomes que traduzem "espiga de trigo" (Moore). Ao telescópio é uma estrela azul-branca única, mas em 1889 se descobriu que é uma binária espectroscópica: duas estrelas girando uma em torno da outra em pouco mais de 4 dias, tão próximas que nenhum telescópio comum as separa. A principal tem cerca de 11 vezes a massa do Sol; a companheira, cerca de 4 (Moore). A pequena variação de brilho vem da deformação das duas estrelas pela gravidade mútua, e não de eclipses (Moore, Philip's Astronomy Encyclopedia, verbete Spica).

Vindemiatrix é a mais ao norte das estrelas principais de Virgem, uma gigante de tipo G8, de tom amarelado. Minelauva é uma gigante vermelha, 120 vezes mais luminosa que o Sol (Moore), e Heze, um ponto branco, muito mais discreta em energia (cerca de 17 vezes o Sol) e mais próxima. Olhando as duas alternadamente com binóculo, a diferença de cor salta aos olhos. Poderia parecer que a vermelha é a mais jovem, mas é o contrário: gigantes vermelhas são estrelas que já gastaram boa parte do combustível e incharam, então Minelauva está mais adiantada na vida que a branca Heze (Moore, noite de 15 de maio, p. 143). Nu Virginis (ν Vir), de magnitude 4,0, entre Zavijava e Denebola, é outra gigante vermelha.

Zavijava marca o extremo oeste do Y. Já Heze, quase em cima do equador celeste (declinação de menos 0,6 grau), lembra que Virgem é cortada por ele: tanto Heze quanto Porrima ficam a menos de 2 graus da linha do equador (Moore, p. 137).

Porrima, a gêmea que sumiu

Gama de Virgem, no centro do Y, é a grande curiosidade da constelação e também a que mais rende conversa em um encontro de observadores. A olho nu, é uma estrela de magnitude 2,7. Em telescópio, é uma binária de duas estrelas idênticas, amarelo-esbranquiçadas, ambas do tipo F, cada uma bem mais luminosa que o Sol. Estão a algo em torno de 36 a 39 anos-luz de nós (as fontes variam). Porrima e Postvarta são nomes de duas antigas deusas romanas da profecia; Arich é outro nome, e os chineses a chamavam Shang Shang, o Alto Ministro de Estado (Moore, noites de 10 e 11 de maio, p. 138-139; Mourão, verbete Porrima, p. 642).

O interessante é a órbita: as duas estrelas completam uma volta em cerca de 168 a 172 anos, dependendo da fonte, mas o caminho é muito alongado, então elas passam anos muito próximas e décadas afastadas. No começo do século XX era uma das duplas de estrelas idênticas mais largas e fáceis do céu. A separação foi encolhendo e ficou abaixo de meio segundo de arco por volta de 2005, quando só telescópios grandes conseguiam separá-las; depois disso, voltou a se abrir (Moore; Borgia, p. 222-223; Mollise, p. 131; Monks, p. 112). Observe a dupla com telescópio e repita a visita em alguns anos: a mudança na distância e no ângulo entre as estrelas é visível (Moore, p. 139). Nos anos mais fechados, os autores citam telescópios de cerca de 250 mm (Monks).

O Aglomerado de Virgem

O bojo do Y, marcado pelas estrelas épsilon, delta, gama, eta e beta de Virgem e por Denebola, no Leão, é a porta de entrada para um dos campos de galáxias mais ricos do céu: o Aglomerado de Virgem, com pelo menos 2.000 galáxias, a uma distância de 50 a 65 milhões de anos-luz, conforme a fonte. É o grande aglomerado mais próximo de nós; a Via Láctea pertence ao Grupo Local, que é pequeno perto dele (Moore; Ridpath; Kambič, p. 487-493; Mollise, p. 124-133). Uma dúzia de galáxias Messier fica ali. Não confunda com o aglomerado aberto de Coma Berenices, que está perto no céu mas dentro da nossa Galáxia (Moore, p. 141).

Escolhemos sete galáxias para a carta.

M 87 — galáxia gigante (guia) é a estrela do aglomerado: uma elíptica gigante, com massa de pelo menos 300 bilhões de sóis, cerca de 120.000 anos-luz de diâmetro e um jato de matéria que sai do núcleo. Os movimentos das estrelas no centro indicam um buraco negro gigante, e a galáxia é uma poderosa fonte de ondas de rádio (Virgo A) (Moore, noite de 14 de maio, p. 142). O número de aglomerados globulares em volta dela varia muito: "ao menos 800" em Moore, "mais de 10.000" em Kambič.

M 49 — galáxia elíptica (guia) é uma das maiores elípticas, com cerca de 160.000 anos-luz. É a mais brilhante do aglomerado, com magnitude 8,4 (Kambič, p. 490-491).

M 60 — galáxia elíptica (guia) é outra elíptica gigante, de magnitude 8,8 e cerca de 120.000 anos-luz (Kambič).

M 84 e M 86 — Cadeia de Markarian (M 84, M 86). Esse par de elípticas é o coração de uma fileira de galáxias com quase 2 graus de comprimento chamada Cadeia de Markarian. Fica quase exatamente a meio caminho entre Beta do Leão (Denebola) e Épsilon de Virgem (Tonkin, p. 243). Ambas exigem visão indireta em binóculos, e o problema, na cadeia, não é achar as galáxias, mas distingui-las (Kambič; Tonkin). Ali perto, NGC 4438 e NGC 4435 formam "Os Olhos" (Kier, p. 122).

M 104 — Galáxia do Sombreiro (guia) fica na borda sul do bojo e, na verdade, não pertence ao aglomerado: está a cerca de dois terços da distância dele (Ridpath). É uma espiral vista quase de lado, com uma faixa de poeira escura que cruza o núcleo e lembra a aba de um chapéu (por isso o nome; Moore compara a faixa a um chapéu sul-americano, e a galáxia já foi apelidada de "Nebulosa de Saturno", pela semelhança com os anéis do planeta; p. 141). Foi descoberta por Pierre Méchain em 1781; tem magnitude perto de 8 e diâmetro real superior a 130.000 anos-luz (Moore, verbete Sombrero Galaxy, p. 376). Para achá-la a partir de Spica, uma boa rota passa pelas estrelas 49 Virginis e Psi (Kambič, p. 491-492). Em binóculo grande, é uma mancha alongada com núcleo; a faixa de poeira é apenas uma suspeita (Tonkin, p. 244).

NGC 4697 — Caldwell 52 (guia) é a "alvo do sul": uma elíptica (ou lenticular) massiva a 75 milhões de anos-luz, com um buraco negro central de 50 a 100 milhões de massas solares. Fica a uns 5 graus a oeste de Teta de Virgem, e em um telescópio de 20 cm parece uma noz alongada e difusa (Mobberley, p. 114-115).

Mitologia e história

Virgem é uma das constelações mais antigas. No vale do Eufrates, ela simbolizava a deusa Ishtar, filha do céu e rainha das estrelas, com uma espiga na mão, símbolo de fertilidade. Na mitologia grega, ela foi associada a Deméter, deusa do trigo, e também à deusa da justiça Astreia, filha de Zeus (Júpiter) e Têmis (Mourão, verbete Virgo, p. 845; Moore, p. 137). Vieira lista outras leituras: Erígone, Ceres e Prosérpina, e a egípcia Ísis, que teria criado a Via Láctea ao lançar grãos de trigo no céu; o nascer de Spica junto do Sol era ligado à colheita (Vieira, p. 24). É um cenário do hemisfério norte; aqui, o Sol chega a Virgem no início da primavera.

Virgem e o zodíaco

Zodíaco é uma faixa do céu de cerca de 8 graus para cada lado da eclíptica, o caminho aparente do Sol ao longo do ano. O nome vem do grego e significa "caminho dos animais" (Mourão, verbete zodíaco, p. 885). A eclíptica é inclinada cerca de 23,5 graus em relação ao equador celeste, e os dois se cruzam em dois pontos, os equinócios de março e de setembro (Ridpath, p. 132; Vieira, p. 50-52).

Virgem é a sexta constelação zodiacal. Pelos limites oficiais da União Astronômica Internacional (IAU), o Sol está dentro dela por volta de 18 de setembro a 31 de outubro, cerca de 44 dias (datas aproximadas, calculadas a partir dos limites da IAU). Nesse período Virgem fica perdida no brilho do Sol, e é uma das mais longas permanências do Sol em uma constelação, já que Virgem é a maior do zodíaco (Ridpath, p. 178). A melhor época para ver a constelação é o outono, sete a oito meses depois.

O equinócio de setembro acontece com o Sol dentro de Virgem (Ridpath, p. 178). O ponto exato em que o Sol cruza o equador celeste, indo para o hemisfério celeste sul, fica a poucos graus da estrela Zavijava (Beta de Virgem), uma posição que calculamos a partir das coordenadas e que pode ser conferida em um programa de planetário. Como a Terra tem um "bamboleio" lento (a precessão, que completa um ciclo em cerca de 26.000 anos), esse ponto muda de constelação a cada 2.000 anos, aproximadamente (Vieira, p. 52-53).

Essa mesma precessão explica a diferença entre signo e constelação. Signo é cada uma das 12 seções iguais, de 30 graus, em que o zodíaco foi dividido na Antiguidade; há dois mil anos, cada signo coincidia com a constelação de mesmo nome. A precessão deslocou o ponto de referência em cerca de 30 graus desde então (Mourão, verbete signo, p. 736; Moore, Philip's Astronomy Encyclopedia, verbete zodiac, p. 445). Além disso, os limites oficiais das constelações têm tamanhos desiguais, e a eclíptica atravessa uma 13ª constelação, o Serpentário (Mourão, p. 885). Em consequência, os calendários astrológicos tradicionais associam o signo de Virgem a cerca de 23 de agosto a 22 de setembro, enquanto o Sol está de fato dentro da constelação de Virgem em outro período, quase todo depois disso. Os signos são cultura e história; a astronomia observa onde o Sol realmente está.

Roteiro de observação

Alturas máximas (culminação) calculadas para algumas cidades, a partir das declinações de Spica (menos 11 graus) e de Vindemiatrix (mais 11 graus):

Cidade Spica Vindemiatrix
Manaus (AM) 82° (ao sul do zênite) 76°
Recife (PE) 87° (ao sul do zênite) 71°
Brasília (DF) 85° 63°
Rio de Janeiro (RJ) 78° 56°
Porto Alegre (RS) 71° 49°

Alturas calculadas a partir das coordenadas das estrelas no SIMBAD e da latitude de cada cidade; valores arredondados. Spica culmina ao sul do zênite em Manaus e Recife e ao norte dele nas demais; Vindemiatrix culmina sempre ao norte.

Instrumento O que ver
A olho nu O Y, a cor azul de Spica e o amarelo de Vindemiatrix, a cor vermelha de Minelauva ao lado do branco de Heze.
Binóculo (10×50) A comparação de cores entre Minelauva e Heze, Nu Virginis, e as galáxias mais brilhantes do bojo (M 87, M 49, M 60) em céu escuro.
Telescópio pequeno (70 a 100 mm) Porrima (com a separação atual conferida numa efeméride), M 104 com o núcleo, M 84 e M 86 como duas manchas lado a lado.
Telescópio de 150 mm ou mais A Cadeia de Markarian, NGC 4697 e dezenas de outras galáxias, com carta detalhada.

Dicas de campo:

  • Escolha uma noite sem Lua e longe da iluminação urbana: as galáxias de Virgem são fracas, e o difícil é identificar cada uma.
  • Use uma carta detalhada e saltos curtos entre estrelas conhecidas; Mollise sugere começar por Rho de Virgem e ir de galáxia em galáxia, com um aumento médio (cerca de 125 vezes) (Mollise, p. 126-131).
  • Deixe os olhos se adaptarem e use a visão indireta; em binóculos, sacudir levemente o instrumento ajuda a notar a mancha (Kambič).
  • Comece pelas estrelas do Y e por Spica antes de ir às galáxias: elas são os pontos de referência para os saltos.

Referências

  • BORGIA, Michael P. Human Vision and the Night Sky: How to Improve Your Observing Skills. New York: Springer. Duplas difíceis (Porrima), p. 222-223.
  • KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars. New York: Springer, 2010. Aglomerado de Virgem, M 87, M 60, M 49, M 84, M 86 e M 104, p. 487-493.
  • KIER, Ron. The 100 Best Targets for Astrophotography. New York: Springer. Aglomerado de Virgem e Cadeia de Markarian, p. 122.
  • MOBBERLEY, Martin. The Caldwell Objects and How to Observe Them. New York: Springer, 2009. Caldwell 52 (NGC 4697), p. 114-115.
  • MOLLISE, Rod. The Urban Astronomer's Guide. London: Springer. Virgem e o aglomerado, p. 124-133 (Porrima, p. 131).
  • MONKS, Neil. Go-To Telescopes Under Suburban Skies. London: Springer. Duplas para testar o telescópio (Porrima), p. 112.
  • MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Sombrero Galaxy" (p. 376), "Spica" (p. 383) e "zodiac" (p. 445).
  • MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 8 de maio (Virgem, p. 137), 9 de maio (Spica, p. 138), 10 e 11 de maio (Porrima/Arich e nomes de estrelas, p. 138-139), 13 de maio (o Bojo de Virgem e o Sombreiro, p. 141), 14 de maio (M 87, p. 142) e 15 de maio (Minelauva, p. 143).
  • MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Virgo" (p. 844-845), "Spica" (p. 753), "Porrima" (p. 642), "signo" (p. 736) e "zodíaco" (p. 885).
  • RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Virgem, p. 178; eclíptica e coordenadas, p. 132.
  • TONKIN, Stephen. Binocular Astronomy. London: Springer, 2007. Cadeia de Markarian e M 104, p. 243-244.
  • VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. Alinhamento do outono (Cruzeiro, Spica e Arcturus), p. 82; mitos do zodíaco, p. 24; eclíptica e precessão, p. 50-53.
  • SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais e paralaxes, em 21 set. 2026.
  • HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.