setembro 21, 2026

Peixes: a constelação onde o Sol cruza o equador em março

Carta estelar de Peixes como aparece do Brasil, olhando para o norte: o Círculo do peixe ocidental à esquerda, Alrescha à direita, o peixe do norte descendo até perto de Mirach, a linha tracejada da eclíptica atravessando a constelação e as galáxias M 74, NGC 488, NGC 660 e NGC 520 marcadas em verde

Todo mês de março acontece um evento que marca o começo do outono no Brasil e da primavera no hemisfério norte: o Sol cruza o equador celeste, indo do hemisfério sul para o norte do céu. O ponto exato onde isso acontece, o ponto vernal, é a origem de todas as ascensões retas dos catálogos. Pouca gente sabe que ele fica hoje dentro de Peixes, uma das constelações mais apagadas do zodíaco, e não em Áries, como o velho nome "primeiro ponto de Áries" sugere. Neste guia você vai achar Peixes numa noite escura de primavera, conhecer o Círculo, Alrescha, uma galáxia espiral vista de frente e uma anã branca que é nossa vizinha, e entender por que o ponto vernal mudou de constelação.

Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.

Uma constelação grande, mas discreta

Peixes (Pisces, abreviatura Psc) é a 14ª maior constelação do céu, visível de 83° norte a 56° sul (Ridpath, p. 188), portanto de todo o Brasil. O Mourão a descreve como a 12ª e última constelação zodiacal, entre Aquário e Áries, com cerca de 899 graus quadrados (Mourão, verbete Pisces, p. 629; o valor oficial da IAU é um pouco menor). Apesar do tamanho e da importância histórica, ela é "pouco notável no céu, pois as suas estrelas são de fraca magnitude" (Mourão, p. 629). A mais brilhante, Eta, tem magnitude 3,6 (Philip's, verbete Pisces, p. 309); Kambič lembra que só se vê a constelação numa noite sem Lua e longe da poluição luminosa (p. 391).

A figura são dois peixes ligados pelas caudas por uma fita, e o ponto onde as cordas se juntam é Alrescha, Alfa de Peixes (Philip's, p. 309).

Como achar Peixes

Quando: as noites de outubro a dezembro são as melhores. Chamamos de "melhor época" a das 21h locais, quando a constelação culmina: o centro dela está na ascensão reta de cerca de 0h30min, o que dá o começo de novembro, e Alrescha (2h02min) culmina em dezembro. O Vieira a inclui no "céu da primavera" (p. 95-101), que não tem grupos brilhantes no alto e por isso usa o Quadrado de Pégaso como ponto de partida.

Para onde olhar: Peixes fica ao norte do zênite para quem está no Brasil (a declinação central é de cerca de +11°). Fique de frente para o norte. No Rio de Janeiro, a parte mais alta, na altura de Alrescha, passa a cerca de 64° de altura (calculado; a tabela mais abaixo traz outras cidades).

  1. Ache o Quadrado de Pégaso. Ele é o ponto de partida sugerido por Vieira (p. 95): quatro estrelas de brilho médio, a cerca de 45° de altura, que nesta época estão no alto do céu ao norte.
  2. Encontre o Círculo. Logo a sudeste do Quadrado (na carta, acima e à direita de Markab, já que o sul fica para cima), há um anel de estrelas de 4ª magnitude: Gama, Capa (κ), Lambda, Iota e Teta. Ele representa a cabeça do peixe ocidental (Kambič, p. 392). O Philip's o chama de Circlet e descreve um anel de sete estrelas de 4ª e 5ª magnitudes (p. 309).
  3. Siga a fita. Do Círculo, uma fileira de estrelas fracas corre para leste até Alrescha, o nó. É o corpo do peixe ocidental, que o Mourão diz ficar "sob o Quadrado de Pégaso" (p. 629).
  4. Suba até o peixe do norte. De Alrescha, outra fileira sobe em direção a Beta de Andrômeda (Mirach), onde fica o outro peixe (Mourão, p. 629; Kambič, p. 391). É por essa fileira que passa Eta, a estrela mais brilhante de Peixes.
Carta estelar de Peixes como aparece do Brasil, olhando para o norte: o Círculo do peixe ocidental à esquerda, Alrescha à direita, o peixe do norte descendo até perto de Mirach, a linha tracejada da eclíptica atravessando a constelação e as galáxias M 74, NGC 488, NGC 660 e NGC 520 marcadas em verde
Carta estelar de Peixes como ela aparece do Brasil ao olhar para o norte: o sul fica em cima, o norte embaixo e o leste à direita. As linhas de constelação são as oficiais do d3-celestial. A linha tracejada dourada que cruza a carta é a eclíptica, o caminho anual do Sol; o contorno tracejado é o limite oficial da constelação (IAU). Em verde-claro, os objetos de céu profundo citados neste artigo. Estrelas: catálogo HYG v4.1 (CC BY-SA 4.0); limites de constelação: IAU. Gerada por Astronomia no Telhado com o Carina.
Cidade Altura máxima de Alrescha Altura máxima de M 74
Boa Vista (RR) cerca de 90° (quase no zênite) 77°
Manaus (AM) 84° 71°
Recife (PE) 79° 66°
Brasília (DF) 71° 58°
Rio de Janeiro (RJ) 64° 51°
Porto Alegre (RS) 57° 44°
Chuí (RS) 54° 41°

Alturas calculadas a partir das coordenadas dos objetos (SIMBAD) e da latitude de cada cidade, na hora em que passam pelo meridiano, ao norte; valores arredondados.

As estrelas de Peixes

Estrela Brilho visual (mag.) Tipo espectral Distância aproximada
Alrescha (alfa) 3,8 (conjunto) duas estrelas brancas, tipo A 140 a 150 anos-luz
Alpherg (eta) 3,6 G7 III (gigante amarela) 290 a 370 anos-luz
Gama 3,7 G9 III (gigante amarela) cerca de 135 anos-luz
Vernalis (ômega) 4,0 F4 V cerca de 105 a 110 anos-luz
Iota 4,1 F7 V cerca de 45 anos-luz
TX Piscium (19 Psc) 4,8 a 5,2 (variável) C-N6 (estrela de carbono) 400 a 800 anos-luz

Brilhos e tipos espectrais consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo); distâncias calculadas a partir das paralaxes do SIMBAD e comparadas com Moore e Rees (p. 470). Os valores dos livros mais antigos divergem: para Eta, por exemplo, o Data Book traz 294 anos-luz e a paralaxe atual aponta cerca de 370.

Alrescha é um belo teste para telescópios pequenos. Vista a olho nu é uma estrela só, de magnitude 3,8 (Philip's, p. 309). Com uma abertura de uns 100 mm, separa-se em duas estrelas brancas de magnitudes próximas de 4,2 e 5,1, a menos de 2 segundos de arco uma da outra (Ridpath, p. 188; Moore, p. 263). É uma binária real e lenta: os livros citam períodos entre 700 e 930 anos (Vieira, p. 101; Mourão, p. 26; Moore, p. 263; Kambič, p. 391). Kambič lembra que a separação vai diminuir até um mínimo de 1,1 segundo de arco por volta de 2060 (p. 392), então quem tem telescópio deve aproveitar esta década para vê-la. O nome vem do árabe e, segundo o Mourão, pode significar "a corda" que une os dois peixes (p. 26).

Vernalis é o nome de Ômega, e a razão dele é o assunto da seção sobre o zodíaco. Eta, também chamada Alpherg, é a estrela mais brilhante da constelação (Philip's, p. 309). Iota, a mais próxima da lista, fica a apenas cerca de 45 anos-luz, um vizinho discreto do Sol.

TX Piscium é uma das estrelas mais vermelhas do céu, e fica na mesma região do Círculo, entre Iota e Lambda (Kambič, p. 392). Tem magnitude entre 4,8 e 5,2, com variação irregular, e é uma estrela de carbono: uma gigante tão fria que a atmosfera está cheia de carbono, o que a faz parecer "um pedaço de brasa" num céu escuro (Kambič, p. 392). A variação é pequena (0,4 magnitude) e difícil de acompanhar, mas a cor salta aos olhos em binóculos (Moore e Rees, p. 471). O Moore fala em temperatura de superfície de cerca de 2.500 °C (p. 263-264).

Objetos de céu profundo

M 74, galáxia espiral vista de frente

A galáxia M 74 (NGC 628) é o principal objeto de céu profundo da constelação, e o único da lista de Messier (Moore, p. 264). Pela descrição de Ridpath, é uma espiral bonita de frente para nós, que num telescópio pequeno aparece como um brilho redondo e só mostra os braços em aberturas maiores ou em fotos (p. 188). Kambič também a descreve como "face-on" e um pouco fraca demais para binóculos; nas imagens de longa exposição mostra braços bem abertos em torno de um núcleo pequeno (p. 392). O Vieira dá a distância como 30 milhões de anos-luz e cerca de 30 bilhões de estrelas (p. 100-101). Ela tem magnitude próxima de 9,4 (Kambič, p. 392; V 9,5 no SIMBAD), mas o brilho é espalhado numa área grande, o que a torna difícil no céu urbano. O Machholz a lista entre os alvos difíceis da maratona Messier, ainda no crepúsculo (p. 105). Para achá-la, use Eta como ponto de partida (Moore, p. 264; Kambič, p. 392). Veja o guia de M 74.

NGC 488, NGC 660 e NGC 520

O Vieira também cita a galáxia NGC 488 entre os alvos de Peixes (p. 100-101): é uma galáxia espiral de magnitude próxima de 10, com uns 5 minutos de arco, entre o Círculo e Alrescha. Mais a leste, perto de Alrescha e da eclíptica, estão NGC 660 e NGC 520, duas galáxias de cerca de 4 minutos de arco e magnitude 11,3 e 11,5 no catálogo do site. São alvos para telescópios de 150 mm ou mais. Veja os guias: NGC 488, NGC 660 e NGC 520.

A anã branca de van Maanen

A estrela de van Maanen (também Wolf 28) é a anã branca solitária mais próxima do Sol que se conhece, a cerca de 14 anos-luz (Moore e Rees, p. 471). Tem magnitude 12,4 e um diâmetro de apenas 0,01 do Sol, algo como o da Terra, o que a torna incrivelmente densa: cerca de um milhão de vezes a densidade da água, segundo Moore (p. 264). Fica perto de Delta Piscium, a uma ascensão reta de 0h49min e declinação de +5°23'. Ela não é alvo para binóculos: com magnitude 12,4 você precisa de um telescópio de porte médio e de uma carta detalhada. A descoberta foi de Adriaan van Maanen, em 1917 (Moore e Rees, p. 471).

O nome guarda uma história de ciência. Van Maanen era um astrônomo holandês que trabalhou no Monte Wilson (Philip's, p. 426) e teve uma disputa famosa com Edwin Hubble: ele defendia que as "nebulosas espirais" eram objetos locais e alegou ter medido mudanças em braços de galáxias em fotografias, coisa que só faria sentido se estivessem perto da Via Láctea. Hubble não viu mudanças, e a discussão só se resolveu quando ele mediu as distâncias com estrelas Cefeidas, em 1923. Moore conclui que van Maanen cometeu "um erro honesto" (Moore, noite de 31 de março, p. 96).

O zodíaco: signo e constelação

Peixes é a última das doze constelações do zodíaco, a faixa do céu por onde passam o Sol, a Lua e os planetas. O centro dessa faixa é a eclíptica, a linha do caminho aparente do Sol ao longo do ano, que na carta aparece tracejada. Ela atravessa a constelação, e planetas e a Lua passam com frequência perto de estrelas como Zeta, que quase está sobre ela (Kambič, p. 392). Segundo Moore, a eclíptica segue por Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes (p. 249).

Pelos limites oficiais da IAU, o Sol está dentro de Peixes por volta de 13 de março a 19 de abril (datas aproximadas, calculadas para a constelação). Na tradição dos signos, no entanto, "Peixes" corresponde a quem nasce entre 19 de fevereiro e 20 de março (Mourão, verbete Peixes, p. 612). A diferença vem do fato de que o signo é um setor de 30° do zodíaco, definido por convenção, e a constelação é uma região do céu de tamanho desigual, com contorno definido pela IAU. Há cerca de dois mil anos os dois coincidiam; com a precessão, os signos ficaram para trás por perto de 30° e, no exemplo do Mourão, a constelação de Áries está hoje no signo de Touro, e a de Touro no de Gêmeos (Mourão, verbete signo, p. 736). Isso é história e cultura do céu, e não previsão de nada: quem quiser saber onde o Sol estava na hora do nascimento deve olhar para os limites reais das constelações.

O ponto vernal e a precessão

O ponto vernal é o cruzamento da eclíptica com o equador celeste, em que o Sol passa do hemisfério sul para o norte (Mourão, verbete ponto vernal, p. 641). É a origem das ascensões retas: no catálogo, ascensão reta 0 significa "o meridiano do ponto vernal". Chamava-se "primeiro ponto de Áries" porque, quando Hiparco descobriu a precessão, por volta de 150 a.C., o ponto estava nessa constelação (Philip's, p. 318; Vieira, p. 53). A precessão explica por que ele saiu de lá.

A Terra gira como um pião inclinado. A gravidade do Sol e da Lua, agindo sobre o bojo equatorial, faz o eixo descrever um cone, e o polo celeste completa um círculo em cerca de 25.800 anos (Philip's, p. 318; Ridpath, p. 133). Como o equador celeste inclina junto com o eixo, o ponto em que ele corta a eclíptica escorrega para oeste ao longo dela, cerca de um sétimo de segundo de arco por dia (Philip's, p. 143). Fazendo a conta, isso dá 1° a cada 72 anos e um setor de 30° a cada uns 2.150 anos (cálculo a partir do ciclo de 25.800 anos).

Resultado: o Mourão registra que o equinócio da primavera está em Peixes "desde o primeiro século de nossa era" (p. 629). O Vieira dá Peixes de 60 a.C. até 2100 d.C. (p. 53). O Moore e Rees explicam que o ponto vernal está agora um pouco ao sul de Ômega Piscium, "daí o nome Vernalis", e caminha devagar sob o peixe ocidental rumo a Aquário (p. 471). Confirmamos com as coordenadas: Ômega tem declinação de cerca de +7°, e o ponto vernal, +0°. O Ridpath diz que a entrada em Aquário acontecerá por volta do ano 2600 (p. 188). As datas variam conforme o contorno que se usa para a constelação, por isso vale tratá-las como aproximadas.

Para o Brasil há uma virada de perspectiva: em março, quando o Sol chega ao ponto vernal, começa aqui o outono. O mesmo ponto é "primavera" só no hemisfério norte. O ponto oposto, o equinócio de setembro, está hoje perto de Zaniah, em Virgem (Moore e Rees, p. 502).

Mitologia e história

A lenda grega mais conhecida diz que Afrodite e o filho, Eros, foram surpreendidos pelo monstro Tifão nas margens do Eufrates e escaparam mergulhando no rio, transformados em peixes (Ridpath, p. 188; Philip's, p. 309). Nas versões romanas, são Vênus e Cupido, e Minerva os teria colocado no céu, ligados por uma corda; daí o nome popular "Vênus e Cupido" (Vieira, p. 26; Mourão, p. 629). A fita que liga os peixes é justamente a fileira de estrelas que termina em Alrescha.

O Mourão lembra que para os egípcios este signo anunciava a chegada da primavera (no hemisfério norte) e a estação da pesca, e que o zodíaco de Dendera, hoje no Louvre, mostra dois grandes peixes ligados por uma faixa dentro de um retângulo, símbolo da água. Babilônios, assírios e persas também viam dois peixes nesse grupo de estrelas (p. 629).

Roteiro de observação

Instrumento O que ver
A olho nu Em céu escuro, sem Lua: o Círculo, a fileira do peixe ocidental até Alrescha, Eta, e a cor alaranjada de estrelas como Gama e Eta.
Binóculo (10×50) TX Piscium, a estrela de carbono, entre Iota e Lambda; pares largos como Psi 1 (5,3 e 5,4, a 30,3") e Zeta (5,2 e 6,1, a 23,3") (Kambič, p. 392). M 74 é fraca demais para binóculos em céu comum.
Telescópio pequeno (70 a 100 mm) Alrescha separada em duas estrelas brancas; M 74 como um brilho redondo e fraco.
Telescópio médio (150 mm ou mais) Os braços de M 74 em céu excelente; NGC 488, NGC 660, NGC 520; a fraca estrela de van Maanen com carta.
Câmera DSLR Com uma teleobjetiva e várias exposições longas, M 74 mostra a espiral de frente, com braços bem abertos (Kambič, p. 392).

Dicas de campo:

  • Escolha uma noite sem Lua e um horizonte norte livre; Peixes exige céu escuro (Kambič, p. 391).
  • Use o Quadrado de Pégaso como ponto de partida e uma carta como a deste artigo para não se perder.
  • Para ver a eclíptica passando por aqui, observe que Zeta fica quase sobre ela, então os planetas e a Lua costumam passar por perto (Kambič, p. 392).

Referências

  • KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars: 250+ Wonderful Sky Objects to See and Explore. New York: Springer, 2010. "Pisces", p. 391-392.
  • MACHHOLZ, Don. The Observing Guide to the Messier Marathon: A Handbook and Atlas. Springer (ano a completar). M 74, p. 105.
  • MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Pisces" (p. 309), "First Point of Aries" (p. 143), "Precession" (p. 318) e "Van Maanen" (p. 426).
  • MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 29 de setembro (p. 249), 30 de setembro (Alrescha, TX Piscium, M 74, p. 263-264) e 31 de março (van Maanen, p. 96).
  • MOORE, Patrick; REES, Robin. Patrick Moore's Data Book of Astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. "Pisces", p. 470-471; equinócio de setembro, p. 502.
  • MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Alrisha" (p. 26), "Estrela de van Maanen" (p. 285), "Peixes" (p. 612), "Pisces" (p. 629), "ponto vernal" (p. 641) e "signo" (p. 736).
  • RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Peixes, p. 188; precessão, p. 133.
  • VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. O zodíaco e o mito de Peixes, p. 26; precessão dos equinócios, p. 53; o céu da primavera e Peixes, p. 95-101.
  • SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais, paralaxes e coordenadas, em 21 set. 2026.
  • HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.