setembro 21, 2026
Libra, a Balança: guia da constelação do zodíaco que já foi as garras do Escorpião

Libra é a constelação do zodíaco que quase ninguém sabe apontar no céu. Não tem herói, monstro nem mito grandioso, e suas estrelas são discretas. Mas é a Balança, um objeto entre criaturas, e antes disso já foi apenas as garras do Escorpião. Escondem-se ali uma estrela dupla que se separa a olho nu, uma estrela eclipsante que você acompanha de binóculo, uma estrela que alguns juram ser verde, um aglomerado globular e a vizinhança de Gliese 581, uma anã vermelha que já esteve no centro de um anúncio famoso de planeta habitável. Neste guia você vai aprender a encontrá-la, entender de onde vêm os nomes exóticos das estrelas e descobrir por que o equinócio de setembro, que começou em Libra, hoje acontece em outra constelação.
Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.
Como achar Libra
Libra ocupa cerca de 538 graus quadrados e fica entre Virgem e Escorpião, logo ao sul do equador celeste (Mourão, verbete Libra). O jeito mais fácil de chegar a ela é usar as duas vizinhas famosas: Spica, a estrela mais brilhante de Virgem, e Antares, o coração vermelho do Escorpião. Libra é o pedaço de céu entre elas, e Mourão a descreve como um quadrilátero de quatro estrelas principais numa linha que vai de Spica a Antares.
O passo a passo, no início da noite de junho ou julho:
- Olhe para o norte. Do Brasil, Libra sobe alto e culmina perto do zênite em boa parte do país (veja a tabela abaixo).
- Localize Spica, azulada e brilhante, e Antares, avermelhada, mais para o leste (à direita, para quem olha ao norte).
- Entre as duas, procure um triângulo de estrelas de 2ª e 3ª magnitudes: Zubenelgenubi, a mais a oeste (mais perto de Spica), Zubeneschamali, a mais brilhante, que fica mais para o lado do equador celeste (na carta, embaixo), e Zubenelhakrabi, um pouco mais fraca, a leste. Moore observa que Alfa, Beta e Gama Librae formam um triângulo (Moore, noite de 26 de junho, p. 177).
- Suba o olhar para o lado do polo sul celeste (na carta, para cima): Brachium, mais alaranjada, e as estrelas fracas de Épsilon e Tau completam o desenho da constelação.

Quando e em que altura
Libra passa pelo ponto mais alto às 21h locais por volta do fim de junho e do começo de julho (estimativa a partir da ascensão reta central, cerca de 15 h). Em outubro e novembro ela fica do lado do Sol e não se vê à noite.
Como a constelação ocupa declinações entre cerca de 0 e 30° sul (Mourão), ela cruza o céu perto do zênite de boa parte do território brasileiro. Calculamos a altura máxima das estrelas mais ao norte e mais ao sul do desenho, a partir das coordenadas do SIMBAD:
| Cidade | Zubeneschamali (beta) | Zubenelgenubi (alfa) | Brachium (sigma) |
|---|---|---|---|
| Boa Vista (RR) | 78° ao norte | 71° ao norte | 62° ao sul |
| Manaus (AM) | 84° ao norte | 77° ao norte | 68° ao sul |
| Recife (PE) | 89° ao norte | 82° ao norte | 73° ao sul |
| Brasília (DF) | 84° ao norte | 90° (zênite) | 81° ao sul |
| Rio de Janeiro (RJ) | 77° ao norte | 83° ao norte | 88° ao sul |
| Porto Alegre (RS) | 69° ao norte | 76° ao norte | 85° ao sul |
| Chuí (RS) | 66° ao norte | 72° ao norte | 82° ao sul |
Alturas calculadas a partir das coordenadas das estrelas no SIMBAD e da latitude de cada cidade; valores arredondados. Como Libra fica na faixa do zodíaco, ela nunca chega perto do polo celeste e se põe em todo o Brasil.
Um detalhe simpático: em Brasília, Zubenelgenubi passa praticamente sobre a sua cabeça. Ridpath registra que Libra pode ser vista de 60° norte a 90° sul (Ridpath, p. 179), ou seja, de quase todo o planeta.
Uma constelação de Ptolomeu, sem mito
Libra está entre as 48 constelações de Ptolomeu, mas "nenhum mito parece estar associado a ela", exceto um vago elo com Mochis, o inventor dos pesos e medidas (Moore, noite de 26 de junho, p. 177; Moore e Rees, verbete Libra, p. 445). O que existe é história: os gregos agrupavam essas estrelas como Chelae, as garras do Escorpião, e a Balança propriamente dita entrou no desenho pelas mãos dos romanos, no século I a.C., quando o equinócio de outono acontecia dentro dela e dia e noite tinham a mesma duração, isto é, estavam "em equilíbrio" (Philip's, verbete Libra, p. 226). Os nomes das duas estrelas mais brilhantes guardam a memória das garras: significam "garra do sul" e "garra do norte" (Ridpath, p. 179; Mourão, verbete Kiffa Australis, p. 434).
Mourão traz outras versões: Virgílio contava que os antigos agricultores viam nela um sinal para a época da semeadura; os romanos a associavam ao espírito de justiça de Júlio César; e alguns autores dizem que a balança nasceu no Egito, onde, no planisfério de Denderah, seria um nilômetro, o instrumento com que os sacerdotes mediam as cheias do Nilo (Mourão, verbete Libra, p. 469). Vieira resume a ligação com o equilíbrio do Sol, que traz dias e noites iguais no equinócio de setembro (Vieira, p. 24-25).
Em resumo, Libra é a única constelação do zodíaco que representa um objeto em vez de um ser vivo (Philip's, verbete Libra, p. 226).
As estrelas de Libra
| Estrela | Nome | Brilho (mag. V) | Tipo espectral | Distância aproximada |
|---|---|---|---|---|
| Beta (β) | Zubeneschamali | 2,62 | B8 (azul-branca) | 120 a 185 anos-luz, conforme a fonte |
| Alfa² (α²) | Zubenelgenubi | 2,75 | A (branca) | cerca de 76 anos-luz |
| Sigma (σ) | Brachium | 3,21 (variável) | M2,5 (gigante vermelha) | 165 a 290 anos-luz, conforme a fonte |
| Gama (γ) | Zubenelhakrabi | 3,91 | G8,5 (gigante amarelo-alaranjada) | cerca de 160 anos-luz (o livro de Moore traz 75) |
| Delta (δ) | (sem nome próprio) | 4,9 a 5,9 | A0 | cerca de 350 anos-luz |
Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo); distâncias calculadas como 3.261,56 dividido pela paralaxe em milissegundos de arco. Os livros trazem valores bem diferentes para várias delas, por isso as faixas. Os nomes das estrelas variam de grafia entre as fontes (por exemplo, Zubeneschamali, Zubeneschemali e Zubenelchemale).
Zubeneschamali (beta) é a estrela mais brilhante da constelação, com magnitude 2,6 (Philip's, verbete Libra, p. 226). O nome vem do árabe e significa "a garra do norte" (Mourão, verbete Kiffa Borealis, p. 434). Mourão registra ainda um companheiro invisível, revelado pelo espectro, que a orbita em cerca de 80 anos.
Zubenelgenubi (alfa) é a "garra do sul" e o alvo mais fácil da constelação: uma dupla larga de estrelas de magnitudes 2,8 e 5,2, separadas por 231 segundos de arco, o que a torna um par visível a olho nu, se a noite for escura (Moore, noite de 26 de junho, p. 177). A principal é branca; a companheira é ligeiramente amarelada (Moore), o que combina com os tipos A e F3 do SIMBAD. Moore diz que as duas compartilham o mesmo movimento pelo espaço, mas estão muito afastadas; Mourão fala de dupla óptica, quando as estrelas só parecem próximas. As paralaxes do SIMBAD (43,0 e 41,8 milissegundos de arco) são quase iguais, o que reforça a ideia de que estão na mesma região do espaço.
Brachium (sigma; Moore a chama de Zubenalgubi) já foi do Escorpião: o Data Book conta que Sigma, Tau e Upsilon Librae estavam originalmente naquela constelação, e que Sigma era Gama Scorpii (Moore e Rees, p. 445; Moore, noite de 26 de junho, p. 177). Hoje é uma gigante vermelha, a estrela mais ao sul do desenho principal de Libra.
Delta Librae é uma binária eclipsante do tipo Algol: uma estrela passa na frente da outra a cada 2,33 dias, e o brilho cai de 4,9 para 5,9, o suficiente para ser acompanhado com binóculo (Moore, noite de 26 de junho, p. 177). Kambič indica o período de 2,3273543 dia, uma queda que dura cerca de 6 horas e uma distância de cerca de 7 milhões de quilômetros entre as estrelas, e sugere comparar Delta com estrelas vizinhas de brilho constante para estimar a queda (Kambič, p. 331).
A estrela que talvez seja verde
Zubeneschamali guarda uma polêmica. Nenhuma estrela é de fato verde para a maioria das pessoas, porque a mistura de luz que chega aos olhos resulta em branco, azul, laranja ou vermelho. A exceção seria Beta Librae, a única estrela solitária vista como verde por alguns (Kambič, p. 330; Monks, p. 111-112).
O reverendo T. W. Webb falou em um "belo tom verde-pálido", e T. W. Olcott a chamou de "nitidamente verde". Moore, um observador experiente, diz que nunca conseguiu ver cor nenhuma e sugere: "olhe por si mesmo e decida" (Moore, noite de 27 de junho, p. 178). Monks lembra que o observador deve tomar cuidado para não "ver" o que espera ver, e que não há boa explicação para o suposto verde (Monks, p. 111-112).
Kambič conta outro enigma antigo: Eratóstenes descreveu Beta como a estrela mais brilhante da região de Escorpião e Libra, e séculos depois Ptolomeu escreveu que ela e Antares tinham o mesmo brilho. Hoje Antares é muito mais brilhante. Ou uma das duas mudou, ou os antigos erraram (Kambič, p. 330). Moore acrescenta que a evidência de que Beta tenha desbotado é "muito frágil" (Moore, noite de 27 de junho, p. 178). O convite é este: numa noite escura, olhe Zubeneschamali sem instrumentos e depois com binóculo, e anote o que você vê.
O vizinho Gliese 581
Cerca de 1,8° ao norte-nordeste de Zubeneschamali (em direção ao equador celeste, ou seja, abaixo dela na carta), fica uma estrelinha de magnitude 10,6, uma anã vermelha do tipo M3, catalogada por Wilhelm Gliese como número 581 e a cerca de 20 anos-luz de nós (Moore e Rees, Data Book, p. 313; SIMBAD). Ela tem no máximo um terço da massa do Sol e é tão fraca que Moore e Rees a comparam a um vaga-lume, sendo o Sol uma lanterna de bolso.
Sua fama vem dos planetas. Em setembro de 2010, uma equipe liderada por Steven Vogt anunciou a descoberta de Gliese 581g, um planeta de cerca de 1,9 massa terrestre em zona habitável, com base em 122 medidas do telescópio Keck e 119 do instrumento HARPS, no Chile. Em outubro, Francesco Pepe, do Observatório de Genebra, usando os dados do HARPS, reanalisou os dados do HARPS e não encontrou traço nem desse planeta nem de outro anunciado, Gliese 581f; o Data Book conclui que a existência deles deve ser "considerada questionável" (Moore e Rees, p. 313). O livro é de 2011 e o sistema teve revisões desde então; trate o caso como exemplo de como um anúncio é checado.
Objetos de céu profundo
Libra não é rica em céu profundo. O objeto mais brilhante é o aglomerado globular NGC 5897, de 9ª magnitude, segundo a enciclopédia Philip's (verbete Libra, p. 226).
NGC 5897 — aglomerado globular
O aglomerado tem magnitude 8,5 e cerca de 11 minutos de arco, a uns 40.400 anos-luz, segundo Allison, que o classifica como "difícil" de observar (Allison, p. 154). É um globular grande e frouxo. Em telescópio de 200 mm (8 polegadas) ele aparece como uma névoa fraca e difusa, sem resolução; a partir de 250 a 300 mm algumas estrelas começam a se separar, e telescópios maiores mostram toda a extensão (Allison).
Para achá-lo, parta de Sigma Librae e ande cerca de 5° para nordeste, quase no meio do caminho entre Sigma e Gama (Allison). Na carta, ele é o círculo verde acima da região de Iota, com o norte para baixo.
As galáxias de Libra
As galáxias de Libra são fracas e pedem telescópios de 200 mm ou mais. Bakich sugere quatro, todas assinaladas na carta:
- NGC 5728 — galáxia Seyfert. Magnitude 11,5, com núcleo excepcionalmente brilhante; fica a 2,4° a oeste-sudoeste de Zubenelgenubi (Bakich, objeto nº 366).
- NGC 5792 — galáxia espiral barrada. Vista de perfil, muito alongada e considerada por alguns a melhor galáxia de Libra; magnitude 11,2 (Bakich, objeto nº 371).
- NGC 5812 — galáxia elíptica. Redonda, 1° ao norte de Delta Librae; parece uma nebulosa planetária (Bakich, objeto nº 373).
- NGC 5885 — galáxia espiral barrada. Magnitude 11,8, a menos de 1° de Zubeneschamali; em telescópio de 250 mm é uma névoa fraca e quase uniforme (Bakich, objeto nº 381).
O zodíaco, o Sol e a eclíptica
Libra faz parte do zodíaco, a faixa do céu que se estende cerca de 8° de cada lado da eclíptica, por onde o Sol, a Lua e os planetas principais (exceto Plutão) parecem passar (Philip's, verbete zodiac, p. 445; Mourão, verbete zodíaco, p. 885). A eclíptica é o caminho anual aparente do Sol; na carta acima ela é a linha tracejada dourada, que corta Libra na diagonal.
O nome "zodíaco" vem do grego e significa "caminho dos animais", porque quase todas as constelações da faixa têm nomes de animais (Mourão, p. 885). Libra é a exceção. O verbete de Mourão também lista treze constelações cortadas pela eclíptica, incluindo Serpentário (Ofiúco), que o calendário astrológico ignora.
As datas do Sol. Pelos limites oficiais da União Astronômica Internacional (IAU), o Sol atravessa Libra por volta de 1º a 23 de novembro (datas aproximadas, cerca de 23 dias). Repare que são poucos dias, porque a eclíptica cruza apenas um trecho da constelação. Nessa época a Balança está do mesmo lado do céu que o Sol e não dá para vê-la à noite.
Signo não é constelação. Na astrologia, o zodíaco é dividido em doze signos iguais de 30°, e Libra é atribuída a quem nasce entre 23 de setembro e 22 de outubro (Mourão, verbete Balança, p. 469). Mas os signos e as constelações se descolaram. Por causa da precessão, o lento bamboleio do eixo da Terra, que completa uma volta em cerca de 25.800 anos, e das redefinições dos limites, os signos deixaram de coincidir com as constelações (Philip's, p. 445). Mourão dá o exemplo: há dois mil anos, no equinócio de outono, o Sol estava em Libra (Mourão, p. 469), e hoje a constelação de Áries está no signo de Touro e Touro no de Gêmeos (Mourão, verbete signo, p. 736). Isto é astronomia e história, sem previsões.
O equinócio de setembro. Nos equinócios o Sol cruza o equador celeste. O "Primeiro Ponto de Libra" é o ponto onde o Sol cruza o equador de norte para sul, por volta de 23 de setembro; ele ganhou esse nome quando ficava em Libra, mas a precessão o empurrou para longe. Hoje está em Virgem, entre Beta e Eta Virginis (Moore, noite de 28 de junho, p. 178; Philip's, verbete First Point of Libra, p. 143). Para nós, no hemisfério sul, é o equinócio de primavera, que começa em 23 de setembro (Mourão, verbete sobre equinócio, p. 269).
Roteiro de observação
| Instrumento | O que ver |
|---|---|
| A olho nu | O triângulo de Zubeneschamali, Zubenelgenubi e Zubenelhakrabi entre Spica e Antares; a dupla Zubenelgenubi separada em duas estrelas, em céu escuro; a cor de Brachium; o teste da "estrela verde". |
| Binóculo (10×50) | A dupla Zubenelgenubi bem separada e colorida; Iota Librae, dupla de magnitudes 5 e 6 (Ridpath, p. 179); a variação de Delta Librae ao longo de algumas horas. |
| Telescópio pequeno (70 a 100 mm) | Companheira de 9ª magnitude de Iota Librae (Ridpath, p. 179); outras duplas da constelação. |
| Telescópio médio (200 mm ou mais) | NGC 5897 como névoa fraca e as galáxias NGC 5728, 5792, 5812 e 5885 como manchas difusas (Allison; Bakich); o ponto de Gliese 581 com a carta em mãos. |
Dicas de campo:
- Escolha uma noite sem Lua de junho ou julho e procure Libra logo depois do anoitecer, quando estiver alta ao norte.
- Como a constelação sobe muito, uma espreguiçadeira ajuda.
- Para Delta Librae, anote o horário e a comparação com as vizinhas Mu e Xi² Librae a cada 30 a 60 minutos; uma queda de 1 magnitude em poucas horas é sinal de que você acertou o alvo (Kambič, p. 331).
- Galáxias e globulares fracos exigem céu escuro e olhos adaptados.
Referências
- ALLISON, Mark. Star Clusters and How to Observe Them. London: Springer, 2006. NGC 5897, p. 154.
- BAKICH, Michael E. 1,001 Celestial Wonders to See Before You Die. New York: Springer, 2010. Objetos nº 366 (NGC 5728), 371 (NGC 5792), 373 (NGC 5812) e 381 (NGC 5885).
- KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars: 250+ Wonderful Sky Objects to See and Explore. New York: Springer, 2010. Capítulo "Libra", Beta Librae, p. 330; Delta Librae, p. 331.
- MONKS, Neale. Go-To Telescopes Under Suburban Skies. Springer (editora e ano a completar). Beta Librae, p. 111-112.
- MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "First Point of Libra" (p. 143), "Libra" (p. 226) e "zodiac" (p. 445).
- MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 26 de junho ("Libra", p. 177), 27 de junho ("Beta Libræ: a Green Star?", p. 178) e 28 de junho ("The First Point of Libra", p. 178).
- MOORE, Patrick; REES, Robin. Patrick Moore's Data Book of Astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. Verbete Libra, p. 445; zona habitável e Gliese 581, p. 313.
- MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Kiffa Australis" e "Kiffa Borealis" (p. 434), "Libra" e "Balança" (p. 469), "equinócio" (p. 269), "signo" (p. 736) e "zodíaco" (p. 885).
- RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Balança, p. 179.
- VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. Balança e equinócio de setembro, p. 24-25; origem dos símbolos, p. 31.
- SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais, paralaxes e coordenadas, em 21 set. 2026.
- HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.