setembro 21, 2026

Gêmeos: guia da constelação de Castor e Pollux, dos seis sóis e de dois planetas descobertos

Carta estelar de Gêmeos como aparece do Brasil, olhando para o norte: Castor e Pollux à direita, a linha de estrelas que segue em direção a Órion à esquerda, a eclíptica tracejada cruzando a constelação e os objetos de céu profundo marcados em verde

Duas estrelas brilhantes lado a lado, uma branca e uma laranja, chamadas de gêmeas e sem nenhum parentesco: assim se apresenta Gêmeos, uma das constelações mais fáceis de reconhecer do céu de verão. Por trás dessa aparência simples há um sistema de seis estrelas, um aglomerado visível a olho nu, uma nebulosa que parece um rosto com capuz, a chuva de meteoros mais confiável do ano e um fato que poucos conhecem: dois planetas do Sistema Solar foram descobertos dentro dos seus limites. Neste guia você vai aprender a encontrar Gêmeos, a conhecer suas estrelas e a montar um roteiro de observação com binóculo e telescópio.

Texto em revisão. Este é um artigo de teste, escrito a partir de fontes de referência; as fontes estão listadas no final.

Como achar Gêmeos

Gêmeos (Gemini, abreviatura Gem) é a terceira constelação do zodíaco e é fácil de localizar por vizinhança: ela fica ao lado de Órion. Segundo Patrick Moore, é a mais setentrional das constelações zodiacais e uma das maiores e mais conspícuas; duas linhas paralelas de estrelas saem de Castor e Pollux na direção de Órion, e Alhena, quase de primeira grandeza, fica entre Pollux e Betelgeuse (Moore, The Observer's Year, noites de 4 e 6 de fevereiro). O dicionário de Mourão a descreve como um retângulo, formado do lado leste por Castor e Pollux e do lado oeste por Gama e Mu (Mourão, verbete Gemini). A área é de 514 graus quadrados, entre Touro e Câncer.

A melhor época no Brasil vai de janeiro a março: pelo centro da constelação (ascensão reta de cerca de 7 horas), ela cruza o meridiano às 21 h por volta do fim de fevereiro. Como ela está ao norte do zênite para quem mora no Brasil, olhe para o norte. No Rio de Janeiro, Gêmeos aparece a uma altura confortável; quanto mais ao sul você estiver, mais baixa ela fica, e no extremo sul do país ela exige um horizonte norte livre. Calculamos a altura máxima de Castor, Pollux e do aglomerado M 35 para algumas cidades (90 graus menos a diferença entre a latitude e a declinação do astro):

Cidade Castor Pollux M 35
Boa Vista (RR) 61° 65° 69°
Manaus (AM) 55° 59° 63°
Recife (PE) 50° 54° 58°
Brasília (DF) 42° 46° 50°
Rio de Janeiro (RJ) 35° 39° 43°
Porto Alegre (RS) 28° 32° 36°
Chuí (RS) 24° 28° 32°

Alturas máximas calculadas a partir das declinações dos astros (SIMBAD) e da latitude de cada cidade; valores arredondados. Ridpath informa que a constelação é visível de 90° N a 55° S.

Carta estelar de Gêmeos como aparece do Brasil, olhando para o norte: Castor e Pollux à direita, a linha de estrelas que segue em direção a Órion à esquerda, a eclíptica tracejada cruzando a constelação e os objetos de céu profundo marcados em verde
Carta estelar de Gêmeos como ela aparece do Brasil ao olhar para o norte: o norte fica embaixo e o leste à direita. As linhas de constelação são as oficiais do d3-celestial. A linha tracejada dourada que cruza a carta é a eclíptica, o caminho anual do Sol; a linha tracejada mais fina é o limite oficial da constelação. Em verde-claro, os objetos de céu profundo citados neste artigo. Estrelas: catálogo HYG v4.1 (CC BY-SA 4.0); limites de constelação: IAU. Gerada por Astronomia no Telhado com o Carina.

Passo a passo para achar a constelação: encontre Órion (as Três Marias e Betelgeuse) e olhe para o norte, um pouco abaixo e à direita (leste) de Betelgeuse; as duas estrelas mais brilhantes que aparecem lado a lado são Castor e Pollux, com Pollux a mais brilhante e alaranjada. Do outro lado da constelação (acima dela, na carta), Procyon, do Cão Menor, ajuda a confirmar o local. Depois é só seguir as duas linhas de estrelas que descem em direção a Órion, formando o corpo dos gêmeos.

As estrelas de Gêmeos

Estrela Brilho visual (mag.) Tipo espectral Distância aproximada
Pollux (beta) 1,14 K0 IIIb (gigante laranja) cerca de 34 anos-luz
Castor (alfa) 1,58 (conjunto) A1 V + A2 Vm (mais outras quatro estrelas) cerca de 51 anos-luz
Alhena (gama) 1,92 A1,5 IV (binária) cerca de 109 anos-luz
Tejat (mi) 2,87 M3 III (gigante vermelha) cerca de 230 anos-luz
Mebsuta (épsilon) 2,98 G8 Ib (supergigante amarela) 680 a 1.100 anos-luz (as fontes divergem)
Propus (eta) 3,28 (variável, 3,1 a 3,9) M2 III (gigante vermelha) 350 a cerca de 690 anos-luz (as fontes divergem)
Wasat (delta) 3,53 F2 V cerca de 61 anos-luz
Mekbuda (zeta) 3,79 (variável, 3,6 a 4,2) G1 Ib (cefeida) 1.060 a 1.400 anos-luz (as fontes divergem)

Brilhos, tipos espectrais e paralaxes consultados no SIMBAD (CDS, Estrasburgo); distâncias em anos-luz vêm das paralaxes do satélite Hipparcos, arredondadas. Livros mais antigos trazem valores bem diferentes para várias delas, por isso algumas aparecem como faixa.

Gêmeos que não são gêmeos. Castor e Pollux parecem irmãs, mas Moore lembra que não há nenhuma ligação real entre elas: Castor está cerca de 10 anos-luz mais longe (Moore, noite de 6 de fevereiro). A cor as separa: Castor é branca e Pollux é decididamente laranja, e o contraste aparece a olho nu e fica ainda melhor no binóculo. Como Pollux tem superfície mais fria, tem um espectro bem diferente do de Castor. Kambič calcula a temperatura de Pollux em cerca de 4.500 K e diz que ela é a 17ª estrela mais brilhante do céu, enquanto Castor é a 23ª. Tem mais: Pollux é chamada de beta apesar de ser a mais brilhante da constelação. Segundo Moore, Ptolomeu e os astrônomos árabes davam magnitude 2 às duas, Bayer (1603) chamou Castor de alfa e, em 1700, Flamsteed ainda tratava Castor como de primeira grandeza; desde o início do século XIX, porém, não há dúvida sobre a superioridade de Pollux.

Castor, a boneca russa. O sistema é o principal atrativo da constelação. Aos olhos, uma estrela; num telescópio pequeno, duas estrelas azuladas, com magnitudes de cerca de 1,9 e 2,9; e por trás de cada uma delas há mais uma estrela. Castor A e Castor B giram uma em torno da outra num período de cerca de 380 a 470 anos, dependendo da fonte, e a separação aparente vai de 2,5 a 4,4 segundos de arco (Moore; Kambič; Mourão), o que um telescópio de 3 polegadas separa bem. Foi o primeiro sistema binário reconhecido como tal, por William Herschel, em 1803, quando ele tentava medir a distância de Castor por paralaxe (Moore, noite de 8 de fevereiro). Cada um dos dois componentes é por sua vez uma estrela dupla, com períodos de 9,2 e 2,9 dias, impossíveis de separar num telescópio, e só descobertas por seus espectros. Completa a família Castor C, a cerca de 71 segundos de arco, formada por duas anãs vermelhas que se eclipsam a cada 19,5 horas e por isso recebem o nome de variável, YY Geminorum (Philip's, verbete Castor; Kambič). Ao todo, seis estrelas: quatro quentes e brancas, duas frias e vermelhas.

As variáveis a olho nu. Gêmeos é uma boa constelação para começar a acompanhar estrelas variáveis sem instrumentos. Mekbuda (zeta) é uma cefeida: pulsa de forma regular, com período de 10,15 dias, indo de magnitude 3,6 a 4,2 (Kambič); você pode compará-la com Kappa e Upsilon, e também com Delta e Lambda (Moore). Propus (eta) é uma gigante vermelha semirregular, que varia de 3,1 a 3,9 num ciclo aproximado de 233 dias, sem previsibilidade; Mu (Tejat) e Xi servem de comparação (Moore). Propus também tem uma companheira de 6ª magnitude a 1,8 segundo de arco, que só os telescópios maiores mostram (Kambič).

Objetos de céu profundo

M 35 — aglomerado aberto (NGC 2168)

Na região do "pé" dos gêmeos, a cerca de 2 graus a noroeste de Propus (eta), fica M 35, um dos aglomerados abertos mais bonitos do céu. Em céu escuro é visível a olho nu como uma mancha fraca e o binóculo mostra uma mancha grande e brilhante, com algumas das estrelas mais brilhantes; ele cabe no mesmo campo que Propus, o que facilita muito achar (Kambič; Moore). Tem brilho combinado de magnitude 5,1 a 5,3 e cerca de 25 a 28 minutos de arco, quase o diâmetro da Lua cheia. O número de estrelas depende do critério e da fonte: Allison fala em mais de 200; Kambič, em mais de 1.000, das quais 90 mais brilhantes que a magnitude 11. Está a cerca de 2.700 a 3.000 anos-luz (o SIMBAD, com dados do Gaia, dá algo perto de 2.900), o que dá um diâmetro real de algo como 22 a 30 anos-luz, e tem cerca de 110 milhões de anos (Kambič). Foi descoberto por Chéseaux, em 1745-46, e por Bevis, e Messier o incluiu em seu catálogo em 1764 (Bakich, objeto nº 980).

NGC 2158 — aglomerado aberto

Logo abaixo de M 35 (menos de 1 grau ao sul), NGC 2158 é um aglomerado bem menor e mais fraco, de magnitude 8,6 e uns 5 minutos de arco; só é visível em telescópios (Kambič). Parece grudado em M 35 só pela perspectiva: está muito mais longe, a cerca de 16.000 a 18.000 anos-luz, um dos aglomerados abertos mais remotos que se conhecem (Kambič; SIMBAD). É um bom exemplo para ver que o céu tem profundidade.

NGC 2392 — Nebulosa do Esquimó (Caldwell 39)

Entre Kappa e Lambda, perto de Wasat (Delta), fica a Nebulosa do Esquimó, uma nebulosa planetária, isto é, o gás soprado por uma estrela velha, e que nada tem a ver com planetas (Moore, noite de 11 de fevereiro). Descoberta por William Herschel em 1787, tem magnitude 9,2, cerca de 45 segundos de arco e uma estrela central de magnitude 10 a 10,5, fácil de ver. Nos livros ela está a 3.000 a 4.000 anos-luz, embora a paralaxe do SIMBAD sugira uma distância maior, por volta de 6.000; Mobberley estima a idade da nebulosa entre 1.000 e 5.000 anos (Mobberley). O nome vem do aspecto: em fotografias, o disco lembra um rosto cercado por um capuz de pele. Visualmente o "rosto" não aparece: com um telescópio de 10 cm e muito aumento você vê um centro brilhante, um anel interno e um halo esverdeado; filtros OIII e UHC ajudam. Para achá-la, parta de Wasat e vá cerca de 2 graus a leste e 1 grau ao sul (Mobberley). Moore lembra que nunca a viu em binóculos.

NGC 2420 — aglomerado aberto

Mobberley cita NGC 2420 como vizinha da Esquimó, cerca de 2,5 graus a leste-nordeste. Tem magnitude 8,3 e uns 7 minutos de arco (SIMBAD) e pede telescópio. É um bom alvo de "descanso" depois da nebulosa.

Mitologia e história

Castor e Pollux eram filhos gêmeos de Leda, esposa de Tíndaro, rei de Esparta, e de Júpiter, que se disfarçou de cisne (Mourão, verbete Gemini). Segundo Moore, Pollux era imortal e Castor, não: quando Castor morreu em batalha, Pollux pediu para dividir sua imortalidade, e os dois foram levados juntos para o céu. Mourão acrescenta que Castor era famoso como domador de cavalos e Pollux como lutador, que os dois libertaram Helena durante a guerra de Troia e que eram considerados protetores de marinheiros e viajantes; por isso, na Antiguidade, a constelação aparece muitas vezes como duas estrelas sobre um navio. Vieira lembra que os gêmeos foram guardiões de Roma, aparecendo em moedas por volta de 250 (Vieira). Mourão também registra uma origem mais antiga para o asterismo, ligada ao Sol nessa região do céu depois das cheias do Nilo, com brotos de plantas no lugar dos gêmeos no túmulo de Ramsés VI.

O zodíaco: o Sol em Gêmeos e a diferença entre signo e constelação

O zodíaco é a faixa de constelações, com cerca de 8 graus para cada lado da eclíptica, por onde o Sol, a Lua e os planetas parecem passar (Philip's, verbete zodiac). A eclíptica é o caminho aparente do Sol ao longo do ano, e é a linha tracejada que cruza a carta acima. Gêmeos é a terceira constelação dessa faixa.

Pelos limites oficiais da União Astronômica Internacional, o Sol está dentro de Gêmeos por volta de 22 de junho a 21 de julho (datas aproximadas), perto do solstício de junho, o início do inverno no hemisfério sul. Nessa época a constelação está do mesmo lado do céu que o Sol e some da vista. Os signos, porém, seguem outro calendário: Mourão registra que o signo de Gêmeos corresponde a quem nasce entre 21 de maio e 20 de junho. A diferença existe porque signo é uma das 12 seções iguais, de 30 graus, em que o zodíaco foi dividido há cerca de dois mil anos, quando cada signo continha a constelação de mesmo nome. Desde então, a precessão dos equinócios fez a referência recuar cerca de 30 graus, e as constelações ficaram defasadas em relação aos signos: Mourão dá o exemplo de Touro, que hoje está no signo de Gêmeos (Mourão, verbete signo; Philip's, verbete zodiac). Além disso, os limites das constelações foram redefinidos, e as constelações têm tamanhos muito diferentes, enquanto os signos são todos iguais. Este texto trata os signos como cultura e história; a astronomia não prevê nada a partir deles.

Curiosidade: dois planetas nasceram em Gêmeos

A constelação tem um lugar de honra na história dos planetas. Em 13 de março de 1781, William Herschel, examinando com um refletor de cerca de 15 cm as estrelas vizinhas de H Geminorum, notou um "astro" maior que os demais e o tomou por um cometa; era Urano, o primeiro planeta descoberto com telescópio (Philip's, verbete Uranus; Moore e Rees, Data Book). Quase 150 anos depois, em 1930, Clyde Tombaugh encontrou Plutão comparando placas fotográficas do Observatório de Flagstaff; a estrela mais brilhante do campo, mostrado no dicionário de Mourão, é Delta Geminorum, ou seja, Wasat (Mourão, verbete Plutão; Vieira). Plutão foi reclassificado como planeta-anão em 2006 (Ridpath). Por essa razão, quem olha para Wasat olha para o mesmo trecho de céu em que o Sistema Solar ganhou o sétimo planeta e, depois, o "nono".

As Geminídeas

Na primeira quinzena de dezembro, o radiante das Geminídeas, o ponto do céu de onde os meteoros parecem sair, fica em Gêmeos, perto de Castor. É a chuva mais constante e uma das mais ricas do ano, com pico por volta de 13 e 14 de dezembro. A Philip's fala em taxas de até 120 meteoros por hora (ZHR), e Moore, na edição de 2005 do seu livro, cita 75, podendo chegar a 90; os meteoros têm velocidade média, de cerca de 35 km/s, e há muitas bolas de fogo (Moore, noite de 13 de dezembro; Philip's, verbete Geminids; Mourão, verbete Geminídeos). A origem também é curiosa: não há um cometa conhecido, mas a órbita é a do pequeno asteroide 3200 Phaethon, com cerca de 5 km, como se fosse um "cometa extinto" (Moore). O radiante fica ao norte, com altura de cerca de 35 graus no Rio de Janeiro na madrugada; comece a observar depois de escurecer e aproveite a madrugada, com a Lua fora do céu e um horizonte norte livre. Dezembro é época de nuvens, então tenha um plano B para outra noite.

Roteiro de observação

Instrumento O que ver
A olho nu Castor e Pollux e a diferença de cor, a linha de estrelas até Órion, as variáveis Mekbuda e Propus contra as estrelas de comparação, M 35 como mancha fraca em céu escuro.
Binóculo (10×50) M 35 resolvido em estrelas, o contraste laranja e branco de Castor e Pollux, o campo com Propus e M 35 juntos e a Via Láctea que atravessa a região oeste da constelação.
Telescópio pequeno (70 a 100 mm) Castor separada em duas, NGC 2158 ao lado de M 35, a Nebulosa do Esquimó (centro, anel e halo) com 100 mm ou mais e muito aumento.
Câmera DSLR M 35 e NGC 2158 com teleobjetiva, a Esquimó com telescópio (a forma de rosto só aparece na imagem), a constelação inteira com grande angular e Órion ao lado.

Dicas de campo:

  • Olhe sempre para o norte e procure uma noite sem Lua, com horizonte norte livre.
  • Gêmeos está bem posicionada de janeiro a março ao anoitecer; em junho e julho, a constelação está no mesmo lado do céu que o Sol e some.
  • Comece a olho nu pelas cores de Castor e Pollux e só depois use o binóculo.
  • Para acompanhar Mekbuda e Propus, anote a magnitude estimada a cada duas noites e faça uma curva de luz.
  • Na Nebulosa do Esquimó, use o maior aumento que o céu permitir; imagens revelam mais que o olho.

Referências

  • ALLISON, Michael. Star Clusters and How to Observe Them. London: Springer, 2006. M 35 e aglomerados de Gêmeos, p. 133-139.
  • BAKICH, Michael E. 1,001 Celestial Wonders to See Before You Die. New York: Springer, 2010. Objetos nº 43 (NGC 2392), nº 44 (Castor) e nº 980 (M 35).
  • KAMBIČ, Bojan. Viewing the Constellations with Binoculars: 250+ Wonderful Sky Objects to See and Explore. New York: Springer, 2010. Capítulo "Gemini", p. 297-299.
  • MOBBERLEY, Martin. The Caldwell Objects and How to Observe Them. New York: Springer, 2009. Caldwell 39 (NGC 2392), p. 90-91.
  • MOORE, Patrick (ed.). Philip's Astronomy Encyclopedia. London: Philip's, 2002. Verbetes "Castor" (p. 74), "Geminids" e "Geminga" (p. 157), "Pollux" (p. 316), "Uranus" (p. 412) e "zodiac" (p. 445).
  • MOORE, Patrick. The Observer's Year: 366 Nights of the Universe. 2. ed. London: Springer, 2005. Noites de 4 e 6 de fevereiro (Gêmeos e "gêmeos não idênticos", p. 46-48), 8 e 9 de fevereiro (Castor e variáveis, p. 49-51), 10 de fevereiro (M 35, p. 51-52), 11 de fevereiro (Nebulosa do Esquimó, p. 52) e 13 de dezembro (Geminídeas, p. 337).
  • MOORE, Patrick; REES, Robin. Patrick Moore's Data Book of Astronomy. Cambridge: Cambridge University Press, 2011. Descoberta de Urano, p. 224.
  • MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Dicionário enciclopédico de astronomia e astronáutica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987. Verbetes "Castor" (p. 151), "Gemini" e "Gêmeos" (p. 330), "Geminídeos" (p. 331), "Plutão" (p. 634-635), "signo" (p. 736) e "Urano" (p. 819).
  • RIDPATH, Ian. Astronomia (Guia Ilustrado Zahar). 4. ed. Rio de Janeiro: Zahar. Gêmeos, p. 174; Plutão, p. 120-121.
  • VIEIRA, Fernando. Identificação do céu. Gêmeos, p. 73-74; Gêmeos como guardiões de Roma, p. 23.
  • SIMBAD Astronomical Database. Centre de Données astronomiques de Strasbourg (CDS). Consulta a brilhos, tipos espectrais, paralaxes e coordenadas, em 21 set. 2026.
  • HYG Database (v4.1), David Nash / Astronexus, licença CC BY-SA 4.0, usado na carta estelar; limites das constelações da IAU e linhas do d3-celestial.